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IA pode elevar PIB do Brasil em quase R$ 1 trilhãohá 2 meses
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Análise e opinião dos colunistas do AI Brasil sobre inteligência artificial no trabalho e no dia a dia. O que a redação publica está em Notícias; quem assina e como cada texto é revisado, no Expediente.
A evolução da inteligência artificial é real, mas também alimenta mitos sobre o que os sistemas conseguem fazer. Entenda como expectativas irreais sobre modelos e agentes de IA podem afetar investimentos, projetos e decisões nas empresas.
A queda nos preços dos modelos GPT-6 Sol e Luna e Claude Opus 5.5 pode reduzir os gastos com IA. Mas, para medir a economia real, é preciso considerar novas tentativas, conferência e correções até a entrega ser aprovada.
A consultoria estratégica em IA deve ir além da adoção de novas tecnologias. O verdadeiro valor está em analisar resultados, custos e riscos para decidir quais projetos escalar, redesenhar ou interromper.
A discussão sobre Generative Engine Optimization, ou GEO, avançou rapidamente no Brasil. Empresas começaram a buscar maneiras de aparecer nas respostas produzidas por ferramentas como ChatGPT, Claude, Gemini e Perplexity. O problema é que boa parte das análises ainda circula sem informações suficientes sobre a coleta, o tamanho da amostra e os critérios utilizados. Um percentual isolado ou uma captura de tela mostra apenas o resultado de determinado momento. Sem o denominador, o modelo consultado, a pergunta utilizada e a data da execução, não é possível saber se aquele número representa um padrão ou apenas uma resposta pontual. Foi para enfrentar essa limitação que estruturei um programa de pesquisa voltado à visibilidade de entidades brasileiras nos modelos de linguagem. O trabalho reúne papers, estudos em desenvolvimento, código aberto e um dataset atualizado continuamente. GEO, neste caso, significa otimização para motores generativos. O conceito não tem relação com geografia, geomarketing ou geoprocessamento. Seu objetivo é estudar como marcas, empresas, produtos e outras entidades aparecem nas respostas geradas por sistemas de inteligência artificial. Um índice para acompanhar as respostas das IAs O principal conjunto de dados do programa é o Brasil GEO Index. Em 9 de setembro de 2026, o índice acumulava 88.911 respostas produzidas por seis modelos de linguagem sobre 127 entidades. Desse total, 32.094 respostas mencionaram alguma entidade da amostra, resultando em uma taxa agregada de citação de 36,1%. O intervalo de confiança de 95% ficou entre 35,8% e 36,4%. Esse dado é importante porque evita que a taxa seja apresentada como uma medida absoluta e permite estimar a margem de variação do resultado. Das 127 entidades monitoradas, 111 são reais e 16 são fictícias. As entidades fictícias funcionam como controles de calibração, ajudando a identificar situações nas quais os modelos citam organizações que não existem. Elas não entram nos rankings públicos. As entidades reais estão distribuídas entre quatro verticais: fintech, varejo, saúde e tecnologia. A metodologia utiliza perguntas relacionadas à compra ou à escolha de empresas dentro dessas categorias. A unidade de medida é a menção nominal da entidade na resposta. O índice não mede tráfego, clique, posição no Google ou conversão. Ele registra exclusivamente se a organização foi citada pelo modelo diante de uma pergunta previamente definida. Cada modelo produz um cenário diferente Os resultados mostram por que não se deve falar em visibilidade nas IAs como se todos os motores funcionassem da mesma maneira. No recorte de setembro, o Perplexity apresentou taxa de citação de 74,7%. O Claude chegou a 42,5%, enquanto o ChatGPT registrou 35,2%. O Groq ficou em 29% e o Gemini, em 20,4%. O Grok, incorporado posteriormente à série, apresentou 46,6% em uma base ainda menor. A diferença entre os extremos ultrapassa 50 pontos percentuais. Parte dessa distância pode ser explicada pelo funcionamento de cada plataforma. O Perplexity, por exemplo, realiza buscas na web antes de elaborar a resposta, enquanto outros modelos podem depender mais intensamente de conhecimento previamente incorporado ou de diferentes mecanismos de recuperação. Isso significa que uma marca pode ser frequentemente recomendada por um sistema e praticamente invisível em outro. Uma taxa geral, sem a separação por motor, esconde esse comportamento. Também é necessário informar o modelo exato utilizado. Atualizações de versão podem alterar as respostas, as fontes recuperadas e a frequência com que determinadas entidades aparecem. O nome comercial da plataforma, sozinho, não descreve completamente a medição. Como os dados são coletados A coleta segue um protocolo pré-registrado. A taxonomia, as consultas e a temperatura são definidas antes da execução das rodadas. Isso reduz o risco de modificar o experimento depois que os resultados já são conhecidos. A janela confirmatória v2 foi iniciada em 23 de abril de 2026. O protocolo contempla quatro verticais, 48 consultas por vertical, cinco modelos simultâneos e duas coletas diárias. Uma rodada completa pode produzir cerca de 960 observações. Cada coleta gera um commit acompanhado de um manifesto SHA-256. Esse procedimento cria uma trilha de integridade e permite verificar se os arquivos foram modificados. O código, os protocolos e os dados brutos ficam disponíveis em um repositório público. Dias sem coleta permanecem em branco. Os valores não são projetados nem preenchidos por interpolação. Essa escolha preserva o que efetivamente foi observado, mesmo que produza uma série com lacunas. A abertura dos dados também permite que outras pessoas refaçam os cálculos, questionem os critérios ou desenvolvam análises diferentes a partir do mesmo material. Pesquisa verificável não exige concordância com todas as conclusões. Exige acesso às evidências utilizadas para chegar até elas. Os estudos produzidos a partir do índice O programa de pesquisa reúne trabalhos em diferentes estágios de desenvolvimento. Entre eles estão papers com DOI publicados na SSRN, um registro no Zenodo e working papers disponibilizados para consulta. O primeiro trabalho, Algorithmic Authority, documentou um ciclo de implementação realizado em março de 2026. Durante sete dias, o projeto acumulou 206 commits em oito repositórios, além de 92 páginas indexáveis e 29 tipos de marcação Schema.org. O estudo também apresentou conceitos relacionados à citabilidade algorítmica, à consistência das entidades e ao chamado paradoxo da excelência invisível. Esse paradoxo ocorre quando uma organização possui qualidade reconhecida em sua área, mas não fornece sinais digitais suficientes para ser recuperada e citada por sistemas generativos. Outro trabalho, Three Ways to Fail to Conclude, analisou 7.052 respostas de quatro modelos sobre 69 entidades. Em vez de esconder as limitações encontradas, o estudo publicou os problemas que impediam determinadas conclusões. Essa etapa revelou três falhas no pipeline inicial: baixa potência estatística para testar uma hipótese, desativação de uma entidade fictícia utilizada como controle e instrumentação assimétrica. A versão seguinte foi reimplementada com 217 testes automatizados. Publicar resultados nulos e erros metodológicos é parte do processo. Em um campo recente, explicar por que uma conclusão não pode ser sustentada é tão relevante quanto divulgar um resultado positivo. O efeito da entidade-âncora Um dos achados mais importantes surgiu no working paper The Anchor-Entity Effect, elaborado com 62.820 observações. O estudo identificou que uma única empresa pode concentrar uma parcela muito grande das menções de determinada categoria. No segmento de fintechs, uma entidade respondeu por 49,7% das citações. Quando ela foi retirada da análise, a aparente vantagem do setor se reduziu de forma significativa. Esse resultado mostra que médias por segmento devem ser interpretadas com cuidado. Uma categoria pode parecer muito visível porque uma única marca domina as respostas, enquanto as demais empresas continuam pouco mencionadas. Para quem toma decisões de negócio, essa diferença é relevante. A liderança de uma vertical não significa necessariamente que todas as organizações daquele mercado estejam bem representadas nas inteligências artificiais. O que os dados permitem concluir O Brasil GEO Index não pretende explicar sozinho toda a relação entre marcas e modelos generativos. Ele oferece um recorte definido, com perguntas, entidades, plataformas e períodos documentados. Dentro desse recorte, os dados já permitem observar alguns padrões. A taxa de citação varia consideravelmente entre os modelos. Os resultados também mudam conforme a vertical, o idioma e a presença de entidades dominantes. Por isso, qualquer afirmação sobre visibilidade em IA deveria informar, no mínimo, a pergunta realizada, a plataforma, a versão do modelo, a data da coleta, o número de respostas e o critério usado para reconhecer uma citação. Sem essas informações, o resultado pode servir como exemplo, mas dificilmente deve ser tratado como evidência de um comportamento recorrente. Uma base brasileira para uma discussão global Ferramentas internacionais já trabalham com centenas de milhões de prompts. Elas oferecem uma visão ampla do mercado global, mas nem sempre disponibilizam um recorte brasileiro acompanhado de protocolo pré-registrado e dados brutos abertos. O Brasil GEO Index ocupa essa lacuna em uma escala menor e mais específica. Seu foco está em entidades brasileiras, perguntas relacionadas ao mercado nacional e um processo que possa ser auditado por pesquisadores, profissionais e empresas. Outras iniciativas também ajudam a ampliar o campo. O naia Index, por exemplo, oferece rankings mensais de marcas recomendadas pelo ChatGPT e pelo Gemini no Brasil. Essa leitura de mercado complementa a abordagem acadêmica e experimental do Brasil GEO Index. Quanto mais bases transparentes existirem, melhor será a discussão. Nenhuma fonte deve ser tratada como suficiente para responder sozinha a todas as perguntas sobre GEO. GEO não pode depender de prints A visibilidade de uma marca em sistemas generativos não é fixa. Ela pode mudar com a atualização de um modelo, a reformulação de uma pergunta, a entrada de novas fontes na web ou alterações nos mecanismos de busca e recuperação. Por isso, GEO precisa ser acompanhado como uma série, não como uma fotografia isolada. O objetivo de manter papers, código, protocolo e dados disponíveis é permitir que os números sejam conferidos antes de serem reproduzidos. Uma medição útil deve mostrar não apenas o percentual final, mas também o caminho percorrido até ele. O campo ainda está sendo construído. Quanto mais cedo adotarmos critérios verificáveis, menor será o espaço para conclusões baseadas apenas em exemplos convenientes. GEO pode se tornar uma disciplina relevante para estratégia, comunicação e tecnologia, mas sua credibilidade dependerá da qualidade e da transparência dos dados que sustentam cada afirmação.
A visibilidade de marcas em mecanismos como ChatGPT, Gemini, Claude e Perplexity exige a integração de três frentes: estrutura de SEO, monitoramento contínuo das respostas e governança da entidade. O artigo explica como Hedgehog Digital, NAIA e Brasil GEO atuam nessas camadas e apresenta métricas, responsabilidades e critérios que empresas devem avaliar antes de contratar projetos de SEO e GEO.
Dono de lojaMEI e autônomoVendedorAlexandre Caramaschi5 min
Entenda como Brasil GEO, NAIA e Hedgehog Digital dividem as estratégias de medição, governança e execução para melhorar a visibilidade das marcas nas respostas de inteligências artificiais.
O artigo apresenta um framework de seis etapas para criar um Centro de Excelência em IA com autoridade, governança, equipe multidisciplinar, seleção de projetos e métricas voltadas à redução de riscos e à geração de valor para o negócio.
A presença das marcas nas respostas de inteligência artificial exige mais do que monitoramento. O artigo mostra como AI Visibility, GEO, SEO e governança podem integrar mensuração, responsabilidades e execução para corrigir informações, fortalecer a autoridade digital e transformar recomendações das IAs em resultados de negócio.
Dono de lojaMEI e autônomoVendedorFelipe Bazon6 min
O relatório generativo do Search Console voltou a registrar crescimento após uma falha iniciada em 13 de agosto. O incidente revela por que procedência, confiabilidade e limites de interpretação precisam fazer parte da estratégia de IA das empresas.
Neste artigo, Alexandre Caramaschi desmistifica o mercado de Generative Engine Optimization (GEO), alertando contra promessas de resultados garantidos sem comprovação científica. O texto detalha a importância de auditar a infraestrutura de fornecedores, medir resultados através de rodadas de prompts consistentes e diferenciar o reconhecimento de marca da descoberta orgânica. Com base em um case prático de construção de entidade digital em 144 dias, o autor apresenta um framework para validar a autoridade de domínios e transformar dados brutos em estratégias defensáveis contra a especulação do mercado de IA.
O Google testa uma nova homepage com atalhos para recursos de inteligência artificial, como criação de imagens, análise de arquivos e brainstorming. A mudança mostra como a empresa pode usar sua principal interface para popularizar a IA e reduzir a barreira de entrada para usuários comuns. O artigo analisa os impactos dessa estratégia para empresas, marcas e gestão de presença digital, além da importância de AI Visibility e Organic Visibility em um cenário no qual a IA passa a participar da descoberta, comparação e tomada de decisão.
A adoção de agentes de inteligência artificial nas empresas traz um novo desafio para a engenharia de software: a governança. O artigo mostra que a próxima dívida técnica das organizações pode estar menos relacionada ao código legado e mais ao controle de agentes de IA, incluindo permissões, auditoria, observabilidade, versionamento de prompts, gestão de memória e definição de responsabilidades. O texto defende que esses sistemas devem ser tratados como componentes críticos da arquitetura corporativa para garantir segurança, rastreabilidade e conformidade.
A evolução da inteligência artificial pode depender menos do aumento do número de parâmetros e mais da capacidade de os modelos manterem memória persistente entre interações. O artigo explica as limitações dos Transformers atuais, os desafios de contexto em LLMs e as arquiteturas que podem definir a próxima geração de sistemas de IA.
A IA generativa está transformando a publicidade digital e o OOH (Out of Home), permitindo a criação de anúncios personalizados em tempo real com base em contexto, localização e comportamento. Entenda por que o próximo passo vai além da recomendação automatizada e passa pela geração dinâmica de campanhas inéditas.
Dono de lojaMEI e autônomoVendedorEduardo Salvalaggio2 min
Skills de IA executam código e podem acessar arquivos, integrações e recursos da sessão do usuário. Saiba por que a segurança de skills de IA deve seguir as mesmas práticas de governança, revisão e controle aplicadas ao desenvolvimento de software.
Uma pesquisa com mais de 3 mil participantes indica que a assistência por inteligência artificial pode influenciar a forma como lidamos com a incerteza. O estudo mostra que, na presença da IA, as pessoas se tornam menos propensas a responder “não sei”, demonstram mais confiança e podem cometer mais erros quando recebem sugestões incorretas. A análise discute como esse comportamento pode impactar o aprendizado, o julgamento crítico e a tomada de decisões, levantando questões sobre o papel da IA na construção do conhecimento e no reconhecimento dos próprios limites.
Aula particularCoordenadorProfessorCezar Taurion2 min
O artigo analisa como a queda histórica das ações da IBM e o lançamento da Ode with Anthropic representam uma mudança estrutural no mercado de tecnologia corporativa. A tese é que o valor deixa de estar na venda de licenças de software e serviços tradicionais para migrar à entrega de resultados por meio de inteligência artificial. O texto também explica os impactos dessa transformação para empresas brasileiras, consultorias, fornecedores de ERP e executivos que precisam redefinir suas estratégias de adoção de IA.
A adoção da inteligência artificial avança rapidamente nas empresas, mas a governança ainda está longe da maturidade. Neste artigo, José Luiz explica como CISOs podem transformar riscos de IA em indicadores financeiros compreensíveis para CFOs e conselhos de administração. O texto apresenta um framework baseado em exposição regulatória, riscos operacionais e custo da falta de governança, mostrando como quantificar impactos em reais e fortalecer a tomada de decisão estratégica diante das novas exigências regulatórias e do avanço da IA nas organizações.
Otimizar a marca para a IA não disputa orçamento com o Google. Projeta um halo sobre ele, e o reflexo volta. Quem ainda separa GEO e SEO em planilhas distintas está medindo a coisa errada.
Dono de lojaMEI e autônomoVendedorAlexandre Caramaschi10 min
Os tokens são a unidade básica de processamento dos modelos de linguagem (LLMs) como ChatGPT, Claude e Gemini. Diferentemente dos humanos, esses sistemas não interpretam palavras diretamente, mas sequências de tokens que são convertidas em embeddings e processadas pela arquitetura Transformer. O artigo explica como a tokenização influencia custos, desempenho, tamanho da janela de contexto e qualidade das respostas. Também aborda conceitos como atenção, contexto limitado, fenômeno “lost in the middle” e a importância de técnicas como RAG, sumarização e recuperação inteligente de informações. A principal conclusão é que, em projetos de IA, a qualidade dos resultados depende mais da relevância das informações enviadas ao modelo do que da quantidade de contexto fornecido.
A evolução da inteligência artificial está levando as empresas da era dos chatbots para a dos agentes autônomos, capazes de executar processos completos. Nesse cenário, a parceria da Anthropic com empresas certificadas exige requisitos técnicos rigorosos para garantir segurança, confiabilidade e controle operacional. Entre eles estão a gestão correta do fluxo de tarefas, aplicação de regras críticas por código, orquestração de múltiplos agentes, uso estruturado do MCP, saídas determinísticas em JSON e mecanismos independentes de validação. Segundo a New Rizon, esses critérios são fundamentais para que sistemas de IA atuem em ambientes corporativos sem comprometer operações críticas.
O Claude Fable 5, novo modelo da Anthropic, chega ao mercado com desempenho recorde em engenharia de software e uma janela de contexto de 1 milhão de tokens. Além dos avanços em programação e raciocínio, o lançamento tem impacto direto em estratégias de Generative Engine Optimization (GEO), ao elevar os critérios de seleção e citação de conteúdo por sistemas de IA. O modelo prioriza fontes consistentes, dados verificáveis, autoridade temática e evidências de execução, tornando a qualidade do conteúdo um fator ainda mais decisivo para marcas que buscam visibilidade em respostas geradas por inteligência artificial.
Dono de lojaMEI e autônomoAlexandre Caramaschi5 min
A inteligência artificial está remodelando a engenharia de software ao automatizar tarefas, acelerar o desenvolvimento e ampliar a produtividade das equipes. O artigo explora como ferramentas de IA generativa estão mudando o ciclo de criação de aplicações, os desafios relacionados à qualidade e segurança do código e as novas competências exigidas dos profissionais de tecnologia. Além disso, analisa o impacto da IA no futuro da profissão e na evolução das práticas de desenvolvimento de software.
Governança de IA vai além do desenvolvimento e monitoramento de modelos. Enquanto o MLOps cuida dos aspectos técnicos, a governança define responsabilidades, políticas e processos para o uso seguro e ético da inteligência artificial. O artigo explica as diferenças entre esses conceitos, aborda exigências da LGPD, exemplos de falhas de governança e os desafios que empresas de todos os portes enfrentarão com a evolução da regulação da IA.
A Anthropic alcançou avaliação de US$ 965 bilhões e superou a OpenAI em valor de mercado. O movimento reforça a força das soluções corporativas de IA, destaca o crescimento do Claude Code e mostra como investidores estão priorizando empresas capazes de transformar inteligência artificial em receita escalável.
A integração do Gemini ao Google Search marca a maior transformação da busca em mais de 25 anos, levando o mecanismo para uma era conversacional baseada em inteligência artificial. Com recursos como AI Mode, buscas multimodais e agentes de IA, o Google passa a interpretar contexto, intenção e jornadas contínuas de pesquisa, indo além da simples exibição de links. O artigo explica por que GEO (Generative Engine Optimization) não substitui SEO, mas representa sua evolução em um cenário dominado por sistemas generativos. Também aborda conceitos como Entity SEO, Topical Authority e Information Gain, além do impacto dos agentes de IA na descoberta de informações, produtos e marcas. A mudança redefine a forma como usuários interagem com a busca e como empresas devem construir autoridade digital para serem compreendidas e recomendadas por sistemas de inteligência artificial.
O pedido de abertura de capital da Anthropic pode marcar a transição da inteligência artificial para uma fase de maior maturidade de mercado. O movimento coloca em foco a sustentabilidade financeira das empresas de IA e pode abrir caminho para uma nova geração de IPOs no setor.
Uma pesquisa apresentada na PROPOR 2026 analisou o desempenho de grandes modelos de linguagem na conversão de perguntas em português para SQL. Os resultados mostram que ferramentas como Claude, Gemini, DeepSeek e Qwen apresentam queda de precisão em comparação ao inglês. O estudo também identificou que modelos com capacidade de raciocínio continuam processando informações internamente em inglês, o que pode gerar erros. A pesquisa destaca os desafios para tornar a inteligência artificial verdadeiramente multilíngue em aplicações técnicas e de análise de dados.
Estudos da BCG e Mercer revelam desalinhamentos entre conselhos, CEOs e lideranças na adoção da IA. O excesso de expectativas, a falta de conhecimento sobre a tecnologia e desafios de cultura organizacional podem comprometer a transformação digital nas empresas.
Um artigo publicado no LinkedIn questiona a narrativa de que a inteligência artificial surgiu com os modelos de linguagem generativa. O texto destaca que tecnologias de IA já eram amplamente utilizadas em áreas como detecção de fraude, recomendação, crédito e analytics muito antes da popularização dos LLMs. A publicação também critica o excesso de hype no mercado, os problemas de governança, integração e qualidade de dados, além da falta de experiência prática de parte dos profissionais que discutem IA atualmente.
O conceito de LLM Wiki propõe usar modelos de IA como uma camada contínua de memória e gestão do conhecimento, substituindo parte das limitações dos sistemas tradicionais de busca e documentação corporativa. Inspirada na visão de Vannevar Bush sobre memória estendida, a abordagem combina registros acumulativos e contexto persistente para reduzir retrabalho, preservar aprendizado institucional e melhorar processos de tomada de decisão nas empresas.
O novo Google AI Optimization Guide confirma que AEO e GEO não substituem o SEO, mas ampliam sua atuação nas experiências de busca com inteligência artificial. O guia descarta práticas como llms.txt, chunking e marcações especiais para respostas generativas e reforça pilares tradicionais como autoridade, conteúdo original, estrutura técnica e experiência do usuário. O artigo analisa como conceitos como Entity SEO, Topical Authority e Information Gain se conectam ao futuro da descoberta de conteúdo em mecanismos de IA, plataformas sociais e ambientes distribuídos de busca.
Dois casos recentes no Judiciário brasileiro acenderam o alerta sobre o uso de inteligência artificial em processos judiciais. Em decisões distintas, juízes aplicaram multas por tentativa de manipulação de sistemas de IA e por uso de jurisprudência inexistente gerada por ferramentas automatizadas. Sem uma lei específica aprovada, magistrados passaram a usar princípios gerais do Direito para punir condutas envolvendo IA. O cenário pressiona empresas e departamentos jurídicos a criarem políticas de compliance, verificação de conteúdo e rastreabilidade do uso de IA antes que novos precedentes ampliem as penalidades.
O avanço do Shadow AI dentro das empresas colocou a governança de inteligência artificial no centro das discussões corporativas. O artigo explica como o PL 2338 pode aumentar a responsabilidade das organizações sobre o uso informal de ferramentas como ChatGPT, Gemini e Copilot, mesmo sem políticas internas definidas. O texto também aborda riscos ligados à LGPD, vazamento de dados, multas da ANPD e os impactos financeiros de adiar uma política de uso aceitável de IA.
Entenda como o GEO (Generative Engine Optimization) está transformando o marketing digital na era da IA generativa. O artigo mostra como marcas como Guaraná Antarctica e Ambev passam a ocupar espaço orgânico em imagens criadas por inteligência artificial, revelando uma nova disputa por presença visual e cognitiva dentro dos modelos de IA. Descubra por que SEO, AEO, DAM, PIM e contexto visual se tornaram fundamentais para marcas que querem continuar relevantes no futuro da internet.
Dono de lojaMEI e autônomoVendedorEduardo Salvalaggio6 min
Entenda como o GEO (Generative Engine Optimization) está transformando a descoberta de marcas no digital e redefinindo o SEO na era das inteligências artificiais. O artigo mostra como plataformas como ChatGPT, Gemini e Copilot passaram a influenciar diretamente a jornada de compra no e-commerce, criando um novo canal de aquisição baseado em recomendações geradas por IA, contexto semântico e autoridade digital.
Dono de lojaMEI e autônomoVendedorAngelo Vicente5 min
O artigo analisa os debates da Gramado Summit 2026 sobre inteligência artificial, autoridade algorítmica e o conceito “Make It Human”. O texto aborda como empresas e profissionais precisam equilibrar automação, tecnologia e protagonismo humano em um cenário cada vez mais influenciado por IA generativa, GEO e novas formas de descoberta digital.
Dono de lojaMEI e autônomoVendedorAlexandre Caramaschi20 min
O artigo discute os impactos de concentrar projetos de inteligência artificial nas áreas de TI das empresas. O texto argumenta que a lógica de controle e redução de riscos típica da tecnologia pode sufocar criatividade, experimentação e inovação. Também aborda como culturas corporativas excessivamente orientadas ao consenso e à padronização podem transformar a IA em uma ferramenta de repetição, em vez de descoberta e evolução.
O crescimento da inteligência artificial expõe uma nova realidade para o setor: tokens de IA dependem de infraestrutura física cara, incluindo GPUs, energia e datacenters. Após anos de subsídios e planos ilimitados, empresas começam a restringir consumo e reajustar preços diante do aumento do custo de inferência.
O Brasil se posiciona como um grande fornecedor de dados na corrida global por inteligência artificial, enquanto depende de tecnologias e produtos desenvolvidos por potências como EUA e China. O artigo analisa como investimentos estrangeiros em infraestrutura, como data centers, não garantem autonomia tecnológica. Sem desenvolver modelos próprios e uma política nacional de IA, o país corre o risco de repetir padrões históricos de dependência econômica, exportando recursos brutos e importando valor agregado.
A infraestrutura de IA que programa vem se tornando mais importante do que o próprio modelo, concentrando os principais desafios em orquestração, controle e engenharia de sistemas.
A adoção acelerada de inteligência artificial está ampliando a superfície de ataque das empresas e tornando a cibersegurança mais complexa. Com agentes de IA e ferramentas como o OpenClaw sendo exploradas por criminosos, organizações precisam revisar estratégias, investir em novas camadas de proteção e adaptar seus orçamentos para enfrentar ameaças cada vez mais sofisticadas.
A nomeação de um novo Chief AI Officer no AI Brasil marca um passo estratégico para fortalecer o desenvolvimento da Inteligência Artificial no país. A iniciativa busca integrar ciência, negócios e políticas públicas para posicionar o Brasil como protagonista global em IA, promovendo inovação, formação de talentos e colaboração entre diferentes setores.
O uso de agentes de IA baseados em LLMs traz riscos estruturais, como a propagação de erros em loops iterativos e falta de controle. Entenda como mitigar falhas com validações, guardrails, observabilidade e arquitetura mais segura.
O artigo analisa o hype em torno da IA agêntica e questiona a real autonomia dos chamados “agentes inteligentes”. A partir de experiências com executivos de tecnologia, mostra que grande parte dessas soluções ainda se resume à integração e orquestração de sistemas, e não a decisões verdadeiramente autônomas. O texto argumenta que o avanço percebido vem mais da resolução de problemas antigos — como falta de contexto, dados fragmentados e fluxos ineficientes — do que de inteligência artificial avançada de fato.
O backpropagation é o principal mecanismo de treinamento de redes neurais, permitindo ajustar pesos com base no erro por meio de cálculo diferencial. Popularizado nos anos 1980 e viabilizado por avanços computacionais, ele sustenta o deep learning e a maioria dos sistemas modernos de inteligência artificial.
É sobre um detalhe que quase passa batido quando a gente está distraído com a espuma do hype: a IA não está só “organizando links”. Ela está sintetizando realidade. Por 20 anos, o jogo foi: SEO, primeira página, clique, tráfego, conversão. A nossa régua era o ranking.
Dono de lojaDono de restauranteVendedorEduardo Salvalaggio2 min
Na era da inteligência artificial, treinamentos tradicionais de conscientização em segurança não são mais suficientes para proteger empresas contra ameaças digitais. Com o avanço de deepfakes e do phishing hiperpersonalizado, ataques se tornaram altamente sofisticados, personalizados e difíceis de detectar. Em 2025, crimes envolvendo IA cresceram exponencialmente, com prejuízos bilionários e alta taxa de sucesso. O artigo mostra como esses ataques funcionam, por que o fator humano deixou de ser a principal defesa e quais estratégias práticas — incluindo tecnologia e novos processos — são essenciais para mitigar riscos no cenário atual.
Moltbook foi comprado pela Meta. E isso novamente aquece a questão das redes sociais de bots. Uma “rede social de agentes”, sistema onde bots ou agentes de IA interagem entre si de forma autônoma, parece fascinante, pelo menos à primeira vista. Em teoria, seria possível criar ecossistemas digitais onde agentes negociam, trocam informações, cooperam e até formam comunidades. Porém, quando analisamos o problema tanto do ponto de vista técnico quanto do econômico, surgem várias razões fortes para acreditar que esse modelo pode ser estruturalmente problemático.
Um experimento conduzido pela CodeWall demonstrou como vulnerabilidades tradicionais podem comprometer sistemas modernos baseados em modelos de linguagem. Um agente de IA conseguiu explorar uma falha de SQL injection na plataforma interna de IA da McKinsey e obter acesso completo ao banco de dados do sistema em cerca de duas horas. O caso expõe riscos crescentes na integração de LLMs com dados corporativos, APIs e sistemas críticos, além de levantar preocupações sobre ataques automatizados conduzidos por inteligência artificial.
A inteligência artificial já consegue criar rostos tão convincentes que a maioria das pessoas falha ao tentar distinguir o real do sintético. Nem especialistas mantêm a precisão habitual. Isso muda o centro do debate. Se nossa percepção não é um filtro confiável, confiança deixa de ser sensação e vira estrutura. Liderança agora é formação crítica, governança e cultura de verificação para proteger decisões, empresas e o Brasil.
A inteligência artificial entrou em uma nova fase. Ela já não apenas auxilia tarefas. Ela produz trabalho intelectual completo em minutos. Isso muda o critério de valor nas profissões baseadas em conhecimento. Se gerar virou abundante, formar virou diferencial. Liderança agora é responsabilidade de construir repertório, julgamento e profundidade em um mundo onde produzir ficou fácil demais.
O valor do Moltbook não virá de bots discutindo filosofia, mas de agentes de compras negociando com agentes de fornecedores ou de agentes de logística que coordenam frotas de forma autônoma.
O Hype Cycle for Generative AI 2025 mostra tecnologias como Agentic AI e Multimodal AI no pico das expectativas, mas evidencia os riscos de decisões estratégicas baseadas em hype e não em maturidade tecnológica nas empresas.
O uso obrigatório de IA na programação vem sendo adotado por algumas empresas como métrica de produtividade. No entanto, a imposição da ferramenta pode gerar excesso de código, aumentar a complexidade técnica e enfraquecer o desenvolvimento de habilidades. Assim como no meio acadêmico, quando métricas substituem qualidade, o comportamento se adapta ao indicador — nem sempre para melhor.
A substituição de pessoas por IA, adotada por empresas com a promessa de reduzir custos e aumentar eficiência, começa a mostrar efeitos colaterais relevantes. Estudos indicam que mais da metade das companhias que demitiram funcionários com base na automação se arrependeram e já recontratam parte das equipes. A queda na qualidade do serviço, na satisfação do cliente e o baixo ROI de muitos projetos de IA revelam que substituir integralmente pessoas é diferente de usar a tecnologia para ampliar produtividade e gerar valor sustentável.
A criação de anúncios com IA está evoluindo de experimentação estética para estratégia real de marca. O artigo apresenta uma fórmula prática e replicável para desenvolver assets premium com inteligência artificial, combinando produto como elemento central, fundo coerente com a identidade visual, iluminação cinematográfica e um toque surreal com função estratégica. O conteúdo mostra como usar LLMs como o Gemini para estruturar prompts personalizados com base nos dados da empresa, gerar slogans curtos e manter consistência visual. A proposta é transformar IA em pipeline de campanha — não apenas efeito visual — integrando branding, posicionamento e compreensão de negócio ao processo criativo.
Dono de lojaDono de restauranteVendedorEduardo Salvalaggio2 min
A temperatura em LLM é um parâmetro que controla o grau de aleatoriedade na geração de texto. Este artigo explica como ela atua sobre logits e softmax, qual a diferença entre valores baixos e altos e como interage com técnicas como top-k e top-p. Entenda como a temperatura influencia coerência, diversidade e previsibilidade em modelos de linguagem.
A Inteligência Artificial em 2026 marcará a divisão entre empresas que apenas utilizam ferramentas de IA e aquelas que estruturaram processos, governança e arquitetura para operar com automação em escala. Com a execução cada vez mais abundante e barata, a vantagem competitiva deixa de estar na produção e passa para a gestão, definição de critérios e capacidade de delegação estratégica. O artigo mostra que o diferencial estará na integração de sistemas, na qualidade dos dados e na supervisão humana dentro de ecossistemas automatizados.
A adoção da inteligência artificial exige governança e definição clara de responsabilidades. O artigo analisa o modelo de responsabilidade compartilhada em IA, com frameworks da Cloud Security Alliance, Microsoft e Google Cloud, que distribuem tarefas de segurança entre IaaS, PaaS e SaaS. Também aborda casos reais, como o chatbot da Air Canada e problemas com o EU AI Act e o PL 2.338/2023 no Brasil, destacando que a responsabilidade na IA é compartilhada entre desenvolvedores, provedores e usuários, com exigência de supervisão humana e controle de riscos.
O artigo discute como a ascensão das respostas por IA e dos resultados “zero-click” está mudando o SEO. O clique deixou de ser KPI suficiente: marcas agora disputam elegibilidade, autoridade e confiança algorítmica, não apenas tráfego. Dados indicam queda de CTR e de visitas orgânicas mesmo com rankings estáveis, impactando diretamente o funil de aquisição. Parte do pipeline passa a chegar validado por máquinas, antes do acesso ao site. O texto cita a trajetória de Alexandre Caramaschi, hoje CEO da GEO Brasil, e defende que, na era sem clique, SEO se torna estratégia de governança de dados e reputação algorítmica.
A inteligência artificial já virou ganho real de produtividade, mas existe um custo silencioso quando a execução acelera mais rápido do que a capacidade de aprender: perda de profundidade, foco e pensamento crítico. O desafio agora é de liderança e cultura. Formar pessoas que usem IA como alavanca, não como muleta. Proteger tempo de estudo, criar padrões e manter o propósito no centro.
O caso Moltbook mostrou como o hype sobre inteligência artificial pode distorcer a percepção pública. A plataforma foi apresentada como uma rede social formada apenas por bots que conversavam e demonstravam suposta autonomia, mas depois veio à tona que grande parte do conteúdo havia sido produzida por humanos se passando por IA, em meio a falhas de segurança. Classificado como “AI theater”, o episódio revelou mais sobre a projeção humana e o sensacionalismo em torno da IA do que sobre avanços reais em consciência artificial.
Em 2026, a inteligência artificial se consolida como aliada estratégica do empreendedorismo, democratizando o acesso a tecnologias antes restritas a grandes empresas. Ferramentas de IA generativa e automação ajudam pequenos negócios a otimizar atendimento, gestão, marketing e análise financeira, economizando tempo e elevando a qualidade das entregas. Chatbots, campanhas segmentadas e relatórios inteligentes tornam operações mais eficientes e competitivas. Porém, com a tecnologia acessível a todos, o diferencial passa a ser estratégia, criatividade e capacidade de execução.
Dono de lojaDono de restauranteMEI e autônomoPro. Anderson Soares2 min
Nos últimos anos, os grandes modelos de linguagem passaram a impressionar pela fluência e pelo desempenho em benchmarks, mas isso não significa que tenham desenvolvido raciocínio genuíno. Um estudo recente organiza e classifica falhas recorrentes desses sistemas, mostrando limitações que vão desde fragilidades estruturais da arquitetura até baixa robustez diante de pequenas variações nas entradas. Como operam por correlações estatísticas e não por compreensão conceitual ou lógica formal explícita, tendem a produzir respostas plausíveis, porém incorretas, especialmente em tarefas que exigem consistência, dedução rigorosa e análise causal. A conclusão é que escalar parâmetros e dados não resolve, por si só, essas deficiências fundamentais.
O novo varejo está migrando para experiências assistidas por agentes e interfaces conversacionais, onde a compra acontece com menos cliques e mais automação. Nesse cenário, a unificação de dados deixa de ser projeto de TI e vira infraestrutura de conversão: reduz fricção, interpreta intenção com precisão e permite que a IA opere em tempo real com catálogo, preço, estoque, entrega e pós venda. Protocolos abertos como o Universal Commerce Protocol (UCP) sinalizam essa mudança estrutural para um comércio mais integrado.
Dono de lojaDono de restauranteVendedorRodrigo Righetti2 min
O artigo discute a mudança do marketing digital baseado em SEO e cliques para um novo cenário dominado por motores de resposta e inteligência artificial generativa, apresentando o conceito de Generative Engine Optimization (GEO) como a disputa por citação, confiança e presença nas respostas das IAs. Alexandre Caramaschi analisa como essa transformação impacta conteúdo, métricas, governança e vendas, além do avanço do agentic commerce, em que agentes de IA passam a operar etapas da jornada de compra. O texto defende que a adoção eficaz de IA exige disciplina organizacional, alinhamento entre tecnologia e pessoas e foco em execução consistente, apontando que o Brasil tem uma oportunidade estratégica de se destacar nesse novo ciclo se abandonar atalhos e investir em governança e pragmatismo.
Dono de lojaMEI e autônomoVendedorAlexandre Caramaschi4 min
Após uma visita ao CEIA, em Goiânia, ficou evidente para mim que existe um Brasil altamente competitivo em inteligência artificial sendo construído fora do eixo tradiciona l de atenção. Minha tese é direta: quando academia, governo e iniciativa privada operam juntos com execução real, o resultado deixa de ser promessa e vira infraestrutura de país. No CEIA, vi pesquisa aplicada, formação prática com alunos remunerados, liderança técnica de referência e empresas que nasceram dentro do ecossistema e hoje escalam soluções de IA para o mercado nacional e internacional. Goiânia se consolida como um polo de IA na América Latina e como um sinal claro de que o Brasil tem, sim, caminhos concretos para sair da segunda divisão.
Ao menos 40% das empresas brasileiras já colocaram inteligência artificial para rodar no negócio. Entre as que adotaram, 95% relatam crescimento de receita, com alta média de 31%, e 96% dizem ter visto melhorias significativas de produtividade, segundo um estudo realizado pela AWS no Brasil, e divulgado no segundo semestre do ano passado. Quando a […]
Das salas de reunião às janelas de chat, a inteligência artificial passou a ser uma ferramenta integrada à rotina das empresas brasileiras. Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Recursos Humanos, e divulgada em outubro passado, apontou que ao menos 79% dos profissionais no país já utilizam ferramentas de IA em suas tarefas diárias, mas […]
O ciclo de QA, um conjunto de práticas que garantem a qualidade de um software desde a definição de requisitos até os testes finais e o monitoramento pós-produção, está passando por uma das maiores mudanças desde a chegada da automação. A adoção de IA generativa deixou de ser uma aposta futurista para se tornar uma […]
Back to basics! A IA generativa passou a ser tratada, de forma equivocada, como sinônimo de inteligência artificial por uma combinação de fatores técnicos, cognitivos e mercadológicos. O problema não é o avanço da tecnologia em si, mas a confusão conceitual que se formou em torno dela. Linguagem sempre foi, para nós, um marcador de […]
O ChatGPT deixou de ser apenas uma ferramenta generalista de linguagem para assumir um papel cada vez mais estratégico em um dos setores mais sensíveis da sociedade: a saúde. Com o anúncio do ChatGPT Health, a OpenAI formaliza um uso que já vinha acontecendo de maneira espontânea, com pessoas recorrendo à tecnologia para interpretar exames, […]
Carlos: Ana, hoje na sua palestra, você falou sobre a “camada de segurança” dos LLMs. Fiquei pensando… a maioria dos usuários do ChatGPT acha que digita um prompt para o modelo e pronto. Mas, tem uma complexidade por trás que é assustadora. Entendi que o prompt do usuário para o ChatGPT não é o que […]
Durante décadas, o marketing e a estratégia de produto operaram sob uma premissa fundamental: o alvo é um ser humano. Focamos em narrativas, UX (Experiência do Usuário) e gatilhos emocionais. No entanto, estamos vivendo uma mudança de regime brutal. O Universal Commerce Protocol (UCP) se torna o acelerador de uma transição de mercado para a […]
Dono de lojaMEI e autônomoVendedorAlexandre Caramaschi4 min
Você sabia que 95% dos projetos piloto de IA generativa falharam em gerar qualquer resultado financeiro? A onda de 2024 nos deixou uma lição dura: piloto demais, impacto de menos. Em 2026, não dá mais para repetir esse erro. Chegou a hora da virada CEO-led na transformação em IA. A tese é simples: transformação em IA só acontece de verdade quando o CEO assume o volante e põe a inteligência artificial no centro da estratégia do negócio.
Por algum tempo, a inteligência artificial ocupou um papel quase discreto dentro das empresas. Ela ajudava a organizar dados, apontava padrões e oferecia recomendações. Era uma aliada importante, mas ainda distante do centro das decisões e, principalmente, da execução. O que ficou evidente na NRF 2026, considerada a maior e mais importante feira de varejo […]
Dono de lojaDono de restauranteVendedorRodrigo Murta2 min
Se nos anos recentes a pergunta que eu ouvia nas salas de conselho era “O que podemos fazer com a IA?”, hoje é bem mais simples: “Onde está o dinheiro?”. Essa mudança de chave não é apenas uma percepção de mercado, é um alerta financeiro. Dados recentes da Forrester indicam que a maioria das empresas […]
Em um LLM, os parâmetros são os pesos numéricos que definem como o modelo transforma uma entrada em uma saída. Eles não representam regras explícitas nem fatos armazenados, mas coeficientes aprendidos que moldam o comportamento do sistema. Entender como esses parâmetros são criados, ajustados e depois utilizados ajuda a desfazer muitos mitos sobre “aprendizado contínuo” […]
Ao acompanhar as discussões da NRF 2026 e do Fórum Econômico Mundial de Davos 2026, fica evidente que a Inteligência Artificial deixou de ser uma pauta de tecnologia para se tornar infraestrutura dos pilares que movem o mundo. Minha tese é direta: quando varejo e geopolítica convergem para o mesmo eixo, não estamos diante de uma tendência, mas de uma reorganização global em tempo real. IA passa a atravessar economia, saúde, empregos, energia e soberania tecnológica, exigindo uma mudança de mentalidade e execução. Para o Brasil, o recado é claro: ou participamos ativamente dessa transformação, ou continuaremos assistindo outros países definirem as regras do jogo.
Já ouviram falar de Spec Driven Development?É uma metodologia de Engenharia de Software que, com a IA como co-piloto, tem crescido pra caramba. A premissa é simples: antes de sair pedindo código pra IA, você investe tempo escrevendo uma especificação clara do que precisa ser feito, como o sistema deve se comportar e quais são […]
Modelos de linguagem como o ChatGPT têm um efeito colateral pouco discutido. Eles podem intensificar o efeito Dunning-Kruger, especialmente no campo da IA! E, de forma paradoxal, esse impacto é ainda mais visível justamente entre os muitos auto proclamados “especialistas e consultores em IA” que surgiram imediatamente após o lançamento do ChatGPT. O motivo central […]
Nós passamos anos debatendo dashboards como se isso fosse estratégia. Números fáceis, relatórios bonitos e pouco confronto com a realidade do cliente. O dilema concreto esta em continuar medindo o que é fácil (clique, lead, alcance) enquanto o mercado passa a decidir por relevância, confiança e agentes de IA. Isso importa agora porque a economia […]
O Meta Prompt do dia é PERFEITO pra imagem “hero” de landing page, folder institucional e aquelas artes grandes que precisam parecer premium sem virar poluição visual
Dono de lojaMEI e autônomoVendedorEduardo Salvalaggio1 min
“A transformação das empresas rumo a um modelo AI-first exige muito mais do que adotar novas ferramentas: requer uma reinvenção estratégica, cultural e humana” – Raffaella Sadun, no Podcast WorkLab. Eu destaco dessa frase “matadora” duas palavras: CULTURAL e HUMANA. Foi por isso que, ao longo do ano de 2025, fiz inúmeros eventos da AI […]
Nos últimos anos, a Inteligência Artificial deixou de ser um tema acadêmico para se tornar um divisor de águas nos negócios, mas a medida que ganhou espaço, ficou evidente que a maioria das empresas não sabe o que fazer com ela. Em 2017, o paper Attention Is All You Need mudou o jogo e abriu […]
Mesmo sem estar fisicamente presente na NRF 2026, acompanhar de perto os debates, painéis e análises do principal evento do varejo global é suficiente para perceber uma mudança estrutural em curso. A forma como pessoas buscam informações, produtos e soluções na internet está sendo profundamente redefinida pela inteligência artificial. Durante anos, o desafio central das […]
Dono de lojaMEI e autônomoVendedorRodrigo Righetti4 min
O avanço da IA generativa nos ambientes corporativos está pressionando áreas historicamente operacionais a revisarem seus modelos de atuação. O service desk é um dos casos mais visíveis. A adoção de LLMs (Large Language Models) em fluxos de atendimento técnico alterou não apenas a jornada do usuário
Foco crescente na integração de recursos básicos de ML e IA em aplicativos iOS, com artigos sobre o uso do Swift para tarefas como processamento de linguagem natural e reconhecimento de imagem em tempo real. IA e aprendizado de máquina com Swift: integrando Core ML em aplicativos iOS Em 2023, a integração de inteligência artificial […]
O curioso é que um modelo generativo, mesmo treinado com um volume absurdo de dados, ainda erra coisas que para nós parecem triviais. Um bom exemplo é pedir para ele desenhar o mapa do Brasil. Vemos que quase sempre sai torto, com nomes de estados trocados ou escrita bizarra. Por quê? Primeiro: a IA não […]
O ChatGPT Health é uma área dedicada dentro do ChatGPT para conversas sobre saúde e bem estar, com a promessa de trazer mais contexto e segurança. A proposta inclui permitir que o usuário envie registros médicos e conecte apps de saúde como Apple Health e MyFitnessPal para receber respostas mais relevantes.
O ecossistema de automação low-code acaba de receber um aviso importante. Uma falha crítica de segurança foi identificada no n8n, a popular plataforma de automação de workflows, colocando em risco milhares de servidores que utilizam a ferramenta para integrar APIs, bancos de dados e modelos de Inteligência Artificial. A vulnerabilidade, catalogada como CVE-2025-68668, atingiu uma pontuação alarmante […]
Ainda estamos aprendendo a proteger as nossas IAs no dia a dia. Muita coisa é nova e exige de nós estudo contínuo e prática. Neste contexto, me deparei com um caminho que me chamou a atenção e acredito que possa te ajudar, se você estiver buscando formas de criar ou investir em sistemas de IA robustos e seguros. Para entender por que é tão necessário, deixe-me […]
Novos agentes e plataformas estão permitindo que projetos complexos sejam construídos em colaboração homem-máquina, acelerando ciclos de desenvolvimento e mudando o papel dos desenvolvedores.
No campo da segurança da informação, estamos acostumados com o termo Engenharia Social: a arte de manipular pessoas para que elas realizem ações ou divulguem informações confidenciais.
AdministrativoAdvogadoContadorJose Luiz, AAISM3 min
Quando se fala em inteligência artificial, o sentimento que ainda domina boa parte dos profissionais que trabalham em empresas é o medo. Medo de ser substituído, de perder a relevância, de não conseguir acompanhar.
Nos últimos dois anos, tive a honra e a alegria de liderar a AI Brasil, um hub que fundamos em 2024 para unir nosso ecossistema e acelerar o país na área de Inteligência Artificial.
Durante o Web Summit 2025 em Lisboa, Max Tegmark — físico do MIT e presidente do Future of Life Institute — fez uma provocação que ressoou profundamente entre engenheiros e profissionais de TI
A Inteligência Artificial (IA) e seus agentes estão, sem dúvidas, redefinindo o futuro dos negócios. No entanto, para a maioria das empresas, essa adoção está sendo feita sem a base mais importante: a clareza estratégica.
A convergência entre modelos open source, infraestrutura de computação e velocidade de execução — três vetores que estão exigindo novas habilidades e arquiteturas de engenharia, são destaques do Web Summit 2025
Analisei o relatório da Microsoft Research, “AI Diffusion Report”, e dele observo que a IA está se difundindo mais rápido do que tecnologias históricas como eletricidade, internet ou computadores de uso pessoal.
Estamos entrando em um novo ciclo. E ele não será decidido por algoritmos de busca, mas sim pela forma como agentes inteligentes vão intermediar a relação entre marcas e consumidores.
Quase metade dos conselhos corporativos admite falta de dados e análises robustas para decisões estratégicas em IA, um dos principais obstáculos à supervisão eficaz da tecnologia.
Nos últimos anos, vimos o mundo inteiro se apaixonar pela promessa da IA generativa. “Transformação em massa”, “trabalho humano substituído”, “automação total”. Mas agora o entusiasmo começa a dar sinais de desaceleração. Observo que o foco já está mudando e os grandes investidores e empresas de tecnologia parecem apontar para um novo horizonte, a misteriosa […]
Governo Estadual Brasileiro é um dos três exemplos globais no uso de IA na administração pública. O Banco Mundial e o Global Government Technology elaboraram o documento “vision paper” que introduz o conceito de “Estado Agêntico” (The Agentic State), definido como uma transformação abrangente da administração pública impulsionada pela adoção de agentes de IA. O […]
Nos últimos anos, a inteligência artificial deixou de ser um tema restrito a especialistas para ocupar espaço relevante nas discussões estratégicas das empresas. Ainda assim, o discurso dominante costuma vir carregado de previsões catastróficas ou promessas grandiosas, geralmente propagadas por grandes players globais
Uma nova disputa silenciosa está em curso. Enquanto muitos profissionais de marketing ainda debatem sobre CAC, tráfego orgânico e anúncios em tempo real, um novo canal de aquisição está crescendo nas entrelinhas, e está indicando marcas, produtos e serviços sem que você perceba.
Dono de lojaMEI e autônomoVendedorAngelo Vicente4 min
A IA Generativa é muito mais sobre fluxo e repertório do que bons prompts e quase sempre a melhor solução não é composta de um passo apenas. Quer a prova? Tá aqui e com minha cara pra não acharem que é mais um daqueles copy & paste dos nossos fantásticos influencers.
Nos últimos anos, testemunhei um boom de novidades tecnológicas no ambiente dos e-commerces, desde modelos generativos criando descrições de produto a chatbots hiperinteligentes atendendo clientes, junto com a maturação das promessas em resultados concretos. A euforia foi grande, mas aprendi que IA não é mágica. E os números falam por si. O investimento global em IA […]
Dono de lojaMEI e autônomoVendedorAlexandre Caramaschi16 min
Recentemente eu tive a oportunidade de assistir a uma apresentação de Ravi Bagal, WW General Manager para Retail e Consumer Goods da Amazon Web Services, sobre as oportunidades e ameaças para o varejo da nova tecnologia da GEN AI. O conteúdo foi incrível e tento trazê-lo resumido neste artigo, assim como publico abaixo um vídeo […]