A transformação em IA começa pelas pessoas

“A transformação das empresas rumo a um modelo AI-first exige muito mais do que adotar novas ferramentas: requer uma reinvenção estratégica, cultural e humana” – Raffaella Sadun, no Podcast WorkLab. Eu destaco dessa frase “matadora” duas palavras: CULTURAL e HUMANA. Foi por isso que, ao longo do ano de 2025, fiz inúmeros eventos da AI […]

Pedro ChiamuleraEscrito por Pedro Chiamulera
Compartilhe
Imagem feita por IA, de várias pessoas ao redor de uma representação humana em tons de verde

“A transformação das empresas rumo a um modelo AI-first exige muito mais do que adotar novas ferramentas: requer uma reinvenção estratégica, cultural e humana”, segundo Raffaella Sadun, no Podcast WorkLab. Eu destaco dessa frase “matadora” duas palavras: CULTURAL e HUMANA.

“A transformação das empresas rumo a um modelo AI-first exige muito mais do que adotar novas ferramentas: requer uma reinvenção estratégica, cultural e humana” – Raffaella Sadun, no Podcast WorkLab.

Eu destaco dessa frase “matadora” duas palavras: CULTURAL e HUMANA.

Foi por isso que, ao longo do ano de 2025, fiz inúmeros eventos da AI Brasil. Foram jantares (como este da foto), encontros, aulas e palestras, além do grande evento de outubro. Agenda cheia e recheada de gente disposta a embarcar num caminho desconhecido, mas com enorme potencial.

Sou intenso e me doei sem travas porque acredito que evolução e mudança nunca vêm sem esforço.

Eu sabia que precisávamos começar a mobilização, afinal uma tecnologia com potencial tão disruptivo como a IA, capaz de democratizar conhecimento antes restrito a especialistas, vem acompanhada de um grande desafio: transformar o modo como organizações e pessoas trabalham, aprendem e se relacionam com a tecnologia.

Raffaella, que é professora em Harvard, coloca o coração dessa transformação no reskilling. Mas adorei ouvir dela que ele é “bloody hard” (extremamente difícil) porque implica pedir que profissionais mudem suas identidades consolidadas e se joguem no novo.

Pra mim, de nada serve investir pesado em plataformas sofisticadas e ignorar as pessoas. Elas têm de se motivar e confiar que conseguem!

É lógico que cada empresa vive sua própria curva de experimentação, reestruturação e eventual ganho de produtividade com IA. Não existe playbook universal, mas tem de haver intenção.

A transformação vai acontecer com liderança humana, objetiva e humilde para aprender, e redes ativas de troca entre empresas e indivíduos.

Pedro Chiamulera

Pedro Chiamulera

Pedro Chiamulera é CEO da CONFI e fundador da ClearSale, empresa líder em prevenção e combate a fraudes nos mais diversos segmentos. Formado em Ciência da Computação pela universidade Point Loma Nazarene, em San Diego, nos EUA, Pedro é ex-atleta e competiu no atletismo em duas Olimpíadas representando o Brasil. Empreendedor entusiasmado e verdadeiro militante do capitalismo consciente, Pedro sabe aplicar os valores do esporte ao mundo corporativo.

Ver mais artigos desse autor

Recomendadas para você

Antes de assinar um contrato de GEO, audite o próprio domínio de quem vende 

Antes de assinar um contrato de GEO, audite o próprio domínio de quem vende 

Neste artigo, Alexandre Caramaschi desmistifica o mercado de Generative Engine Optimization (GEO), alertando contra promessas de resultados garantidos sem comprovação científica. O texto detalha a importância de auditar a infraestrutura de fornecedores, medir resultados através de rodadas de prompts consistentes e diferenciar o reconhecimento de marca da descoberta orgânica. Com base em um case prático de construção de entidade digital em 144 dias, o autor apresenta um framework para validar a autoridade de domínios e transformar dados brutos em estratégias defensáveis contra a especulação do mercado de IA.

Alexandre Caramaschi
14 DE AGOSTO
Background newsletter

Inscreva-se na nossa newslleter

A transformação em IA começa pelas pessoas | AI Brasil