Marketing na era da IA: menos dashboards, mais preferência

Nós passamos anos debatendo dashboards como se isso fosse estratégia. Números fáceis, relatórios bonitos e pouco confronto com a realidade do cliente. O dilema concreto esta em continuar medindo o que é fácil (clique, lead, alcance) enquanto o mercado passa a decidir por relevância, confiança e agentes de IA. Isso importa agora porque a economia […]

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iMagem de uma mulher de costas para um telão, segurando um notebook no braço direito e apontando com o branco esquerdo para o telão, que mostra a sigla AI, se referindo à Inteligência Artificial.

Nós passamos anos debatendo dashboards como se isso fosse estratégia. Números fáceis, relatórios bonitos e pouco confronto com a realidade do cliente. O dilema concreto esta em continuar medindo o que é fácil (clique, lead, alcance) enquanto o mercado passa a decidir por relevância, confiança e agentes de IA.

Nós passamos anos debatendo dashboards como se isso fosse estratégia. Números fáceis, relatórios bonitos e pouco confronto com a realidade do cliente.

O dilema concreto esta em continuar medindo o que é fácil (clique, lead, alcance) enquanto o mercado passa a decidir por relevância, confiança e agentes de IA.

Isso importa agora porque a economia de marketing ficou mais cara, o consumidor ficou menos tolerante à interrupção, e a tecnologia passou do “entender” para o “executar”. Quem insistir no “mais do mesmo” vai otimizar uma máquina que já não controla.

O ponto de virada acontece quando aceitamos que a nova guerra deixou de ser por atenção e agora é por preferência operacionalizada.

Gary Vaynerchuk colocou isso de um jeito brutal: varejo é caixa e P&L, e marketing precisa voltar a responder por vendas e valor do cliente e não por relatórios.

Saímos de “campanhas” para sistemas. O trabalho deixa de ser empurrar o cliente por um funil e passa a ser orquestrar experiências e dados para que a marca seja escolhida em ambientes mediadores (feeds, assistentes, agentes).

Experimente perguntar… se você cortar 30% do seu marketing de interrupção amanhã, o que sobra que realmente cria demanda?

Alexandre Caramaschi

Alexandre Caramaschi

Alexandre Caramaschi é CMO da Semantix e Co-founder da AI Brasil, com mais de 18 anos de experiência em vendas, marketing e transformação digital.

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É sobre um detalhe que quase passa batido quando a gente está distraído com a espuma do hype: a IA não está só “organizando links”. Ela está sintetizando realidade. Por 20 anos, o jogo foi: SEO, primeira página, clique, tráfego, conversão. A nossa régua era o ranking.

Eduardo Salvalaggio
24 DE MARÇO
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