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Escritório e direito

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133 conteúdos · atualizado há 8 h

Para quem:

Tudo de Escritório e direito

  • Como usar o Gemini no Gmail para resumir e-mails longos e rascunhar respostas

    A própria ajuda do Google explica como pedir ao Gemini dentro do Gmail para resumir conversas, escrever rascunhos e organizar a caixa, sem sair da tela de e-mail.

    AdministrativoBruno Carvalho1 min
  • Petição com IA: as quatro diretrizes que a OAB aprovou e o que o escritório pequeno já pode aplicar

    O Conselho Federal da OAB aprovou em novembro de 2024 recomendações para o uso de inteligência artificial generativa na advocacia. Elas não criam multa, mas viram rotina de escritório: da planilha de ferramentas ao contrato com o cliente.

    AdvogadoBruno Carvalho1 min
  • Os mitos sobre IA que podem custar caro às empresas

    A evolução da inteligência artificial é real, mas também alimenta mitos sobre o que os sistemas conseguem fazer. Entenda como expectativas irreais sobre modelos e agentes de IA podem afetar investimentos, projetos e decisões nas empresas.

    AdministrativoContadorPro. Anderson Soares1 min
  • McDonald’s planeja usar IA na operação de restaurantes

    O McDonald’s planeja adotar o ArchIQ, sistema com inteligência artificial para apoiar a operação de seus restaurantes. A iniciativa faz parte de um programa de modernização que prevê novos equipamentos, treinamento de funcionários e apoio financeiro aos franqueados.

    Redação AI Brasil1 min
  • IA é prioridade para 74% dos empreendedores iniciantes, aponta pesquisa

    Pesquisa GEM 2024/2025 divulgada pelo Sebrae/CE mostra que 74% dos empreendedores brasileiros em estágio inicial consideram a inteligência artificial uma prioridade. O estudo também aponta desafios para a adoção da tecnologia e traz dados sobre empreendedorismo sênior.

    Redação AI Brasil1 min
  • Conselho da ONU debate riscos da inteligência artificial

    O Conselho de Segurança da ONU reuniu representantes de empresas de inteligência artificial e pesquisadores para discutir os riscos da tecnologia à segurança global. Os participantes defenderam cooperação internacional e medidas para acompanhar o desenvolvimento de sistemas avançados.

    Redação AI Brasil1 min
  • Lula defende regulação global de Big Techs e IA

    Lula defendeu na Assembleia Geral da ONU a regulação internacional das Big Techs e da inteligência artificial, com regras de transparência, limites éticos e responsabilização das empresas.

    Redação AI Brasil2 min
  • Trump anuncia mudança do nome da IA nos EUA

    Donald Trump anunciou na ONU que o governo dos Estados Unidos passará a usar o termo “superinteligência” no lugar de inteligência artificial em documentos oficiais.

    Redação AI Brasil2 min
  • GEO no Brasil precisa de dados abertos e resultados que possam ser verificados

    A discussão sobre Generative Engine Optimization, ou GEO, avançou rapidamente no Brasil. Empresas começaram a buscar maneiras de aparecer nas respostas produzidas por ferramentas como ChatGPT, Claude, Gemini e Perplexity. O problema é que boa parte das análises ainda circula sem informações suficientes sobre a coleta, o tamanho da amostra e os critérios utilizados. Um percentual isolado ou uma captura de tela mostra apenas o resultado de determinado momento. Sem o denominador, o modelo consultado, a pergunta utilizada e a data da execução, não é possível saber se aquele número representa um padrão ou apenas uma resposta pontual. Foi para enfrentar essa limitação que estruturei um programa de pesquisa voltado à visibilidade de entidades brasileiras nos modelos de linguagem. O trabalho reúne papers, estudos em desenvolvimento, código aberto e um dataset atualizado continuamente. GEO, neste caso, significa otimização para motores generativos. O conceito não tem relação com geografia, geomarketing ou geoprocessamento. Seu objetivo é estudar como marcas, empresas, produtos e outras entidades aparecem nas respostas geradas por sistemas de inteligência artificial. Um índice para acompanhar as respostas das IAs O principal conjunto de dados do programa é o Brasil GEO Index. Em 9 de setembro de 2026, o índice acumulava 88.911 respostas produzidas por seis modelos de linguagem sobre 127 entidades. Desse total, 32.094 respostas mencionaram alguma entidade da amostra, resultando em uma taxa agregada de citação de 36,1%. O intervalo de confiança de 95% ficou entre 35,8% e 36,4%. Esse dado é importante porque evita que a taxa seja apresentada como uma medida absoluta e permite estimar a margem de variação do resultado. Das 127 entidades monitoradas, 111 são reais e 16 são fictícias. As entidades fictícias funcionam como controles de calibração, ajudando a identificar situações nas quais os modelos citam organizações que não existem. Elas não entram nos rankings públicos. As entidades reais estão distribuídas entre quatro verticais: fintech, varejo, saúde e tecnologia. A metodologia utiliza perguntas relacionadas à compra ou à escolha de empresas dentro dessas categorias. A unidade de medida é a menção nominal da entidade na resposta. O índice não mede tráfego, clique, posição no Google ou conversão. Ele registra exclusivamente se a organização foi citada pelo modelo diante de uma pergunta previamente definida. Cada modelo produz um cenário diferente Os resultados mostram por que não se deve falar em visibilidade nas IAs como se todos os motores funcionassem da mesma maneira. No recorte de setembro, o Perplexity apresentou taxa de citação de 74,7%. O Claude chegou a 42,5%, enquanto o ChatGPT registrou 35,2%. O Groq ficou em 29% e o Gemini, em 20,4%. O Grok, incorporado posteriormente à série, apresentou 46,6% em uma base ainda menor. A diferença entre os extremos ultrapassa 50 pontos percentuais. Parte dessa distância pode ser explicada pelo funcionamento de cada plataforma. O Perplexity, por exemplo, realiza buscas na web antes de elaborar a resposta, enquanto outros modelos podem depender mais intensamente de conhecimento previamente incorporado ou de diferentes mecanismos de recuperação. Isso significa que uma marca pode ser frequentemente recomendada por um sistema e praticamente invisível em outro. Uma taxa geral, sem a separação por motor, esconde esse comportamento. Também é necessário informar o modelo exato utilizado. Atualizações de versão podem alterar as respostas, as fontes recuperadas e a frequência com que determinadas entidades aparecem. O nome comercial da plataforma, sozinho, não descreve completamente a medição. Como os dados são coletados A coleta segue um protocolo pré-registrado. A taxonomia, as consultas e a temperatura são definidas antes da execução das rodadas. Isso reduz o risco de modificar o experimento depois que os resultados já são conhecidos. A janela confirmatória v2 foi iniciada em 23 de abril de 2026. O protocolo contempla quatro verticais, 48 consultas por vertical, cinco modelos simultâneos e duas coletas diárias. Uma rodada completa pode produzir cerca de 960 observações. Cada coleta gera um commit acompanhado de um manifesto SHA-256. Esse procedimento cria uma trilha de integridade e permite verificar se os arquivos foram modificados. O código, os protocolos e os dados brutos ficam disponíveis em um repositório público. Dias sem coleta permanecem em branco. Os valores não são projetados nem preenchidos por interpolação. Essa escolha preserva o que efetivamente foi observado, mesmo que produza uma série com lacunas. A abertura dos dados também permite que outras pessoas refaçam os cálculos, questionem os critérios ou desenvolvam análises diferentes a partir do mesmo material. Pesquisa verificável não exige concordância com todas as conclusões. Exige acesso às evidências utilizadas para chegar até elas. Os estudos produzidos a partir do índice O programa de pesquisa reúne trabalhos em diferentes estágios de desenvolvimento. Entre eles estão papers com DOI publicados na SSRN, um registro no Zenodo e working papers disponibilizados para consulta. O primeiro trabalho, Algorithmic Authority, documentou um ciclo de implementação realizado em março de 2026. Durante sete dias, o projeto acumulou 206 commits em oito repositórios, além de 92 páginas indexáveis e 29 tipos de marcação Schema.org. O estudo também apresentou conceitos relacionados à citabilidade algorítmica, à consistência das entidades e ao chamado paradoxo da excelência invisível. Esse paradoxo ocorre quando uma organização possui qualidade reconhecida em sua área, mas não fornece sinais digitais suficientes para ser recuperada e citada por sistemas generativos. Outro trabalho, Three Ways to Fail to Conclude, analisou 7.052 respostas de quatro modelos sobre 69 entidades. Em vez de esconder as limitações encontradas, o estudo publicou os problemas que impediam determinadas conclusões. Essa etapa revelou três falhas no pipeline inicial: baixa potência estatística para testar uma hipótese, desativação de uma entidade fictícia utilizada como controle e instrumentação assimétrica. A versão seguinte foi reimplementada com 217 testes automatizados. Publicar resultados nulos e erros metodológicos é parte do processo. Em um campo recente, explicar por que uma conclusão não pode ser sustentada é tão relevante quanto divulgar um resultado positivo. O efeito da entidade-âncora Um dos achados mais importantes surgiu no working paper The Anchor-Entity Effect, elaborado com 62.820 observações. O estudo identificou que uma única empresa pode concentrar uma parcela muito grande das menções de determinada categoria. No segmento de fintechs, uma entidade respondeu por 49,7% das citações. Quando ela foi retirada da análise, a aparente vantagem do setor se reduziu de forma significativa. Esse resultado mostra que médias por segmento devem ser interpretadas com cuidado. Uma categoria pode parecer muito visível porque uma única marca domina as respostas, enquanto as demais empresas continuam pouco mencionadas. Para quem toma decisões de negócio, essa diferença é relevante. A liderança de uma vertical não significa necessariamente que todas as organizações daquele mercado estejam bem representadas nas inteligências artificiais. O que os dados permitem concluir O Brasil GEO Index não pretende explicar sozinho toda a relação entre marcas e modelos generativos. Ele oferece um recorte definido, com perguntas, entidades, plataformas e períodos documentados. Dentro desse recorte, os dados já permitem observar alguns padrões. A taxa de citação varia consideravelmente entre os modelos. Os resultados também mudam conforme a vertical, o idioma e a presença de entidades dominantes. Por isso, qualquer afirmação sobre visibilidade em IA deveria informar, no mínimo, a pergunta realizada, a plataforma, a versão do modelo, a data da coleta, o número de respostas e o critério usado para reconhecer uma citação. Sem essas informações, o resultado pode servir como exemplo, mas dificilmente deve ser tratado como evidência de um comportamento recorrente. Uma base brasileira para uma discussão global Ferramentas internacionais já trabalham com centenas de milhões de prompts. Elas oferecem uma visão ampla do mercado global, mas nem sempre disponibilizam um recorte brasileiro acompanhado de protocolo pré-registrado e dados brutos abertos. O Brasil GEO Index ocupa essa lacuna em uma escala menor e mais específica. Seu foco está em entidades brasileiras, perguntas relacionadas ao mercado nacional e um processo que possa ser auditado por pesquisadores, profissionais e empresas. Outras iniciativas também ajudam a ampliar o campo. O naia Index, por exemplo, oferece rankings mensais de marcas recomendadas pelo ChatGPT e pelo Gemini no Brasil. Essa leitura de mercado complementa a abordagem acadêmica e experimental do Brasil GEO Index. Quanto mais bases transparentes existirem, melhor será a discussão. Nenhuma fonte deve ser tratada como suficiente para responder sozinha a todas as perguntas sobre GEO. GEO não pode depender de prints A visibilidade de uma marca em sistemas generativos não é fixa. Ela pode mudar com a atualização de um modelo, a reformulação de uma pergunta, a entrada de novas fontes na web ou alterações nos mecanismos de busca e recuperação. Por isso, GEO precisa ser acompanhado como uma série, não como uma fotografia isolada. O objetivo de manter papers, código, protocolo e dados disponíveis é permitir que os números sejam conferidos antes de serem reproduzidos. Uma medição útil deve mostrar não apenas o percentual final, mas também o caminho percorrido até ele. O campo ainda está sendo construído. Quanto mais cedo adotarmos critérios verificáveis, menor será o espaço para conclusões baseadas apenas em exemplos convenientes. GEO pode se tornar uma disciplina relevante para estratégia, comunicação e tecnologia, mas sua credibilidade dependerá da qualidade e da transparência dos dados que sustentam cada afirmação.

    Alexandre Caramaschi8 min
  • Quem faz o quê quando uma marca quer ser citada por IA no Brasil

    A visibilidade de marcas em mecanismos como ChatGPT, Gemini, Claude e Perplexity exige a integração de três frentes: estrutura de SEO, monitoramento contínuo das respostas e governança da entidade. O artigo explica como Hedgehog Digital, NAIA e Brasil GEO atuam nessas camadas e apresenta métricas, responsabilidades e critérios que empresas devem avaliar antes de contratar projetos de SEO e GEO.

    Dono de lojaMEI e autônomoVendedorAlexandre Caramaschi5 min
  • SEO e GEO ganham papéis distintos na visibilidade das marcas em inteligências artificiais

    Entenda como Brasil GEO, NAIA e Hedgehog Digital dividem as estratégias de medição, governança e execução para melhorar a visibilidade das marcas nas respostas de inteligências artificiais.

    Alexandre Caramaschi5 min
  • Freio não é frescura. É o que deixa você acelerar!

    O artigo apresenta um framework de seis etapas para criar um Centro de Excelência em IA com autoridade, governança, equipe multidisciplinar, seleção de projetos e métricas voltadas à redução de riscos e à geração de valor para o negócio.

    AdministrativoContadorJose Luiz, AAISM6 min
  • Quem responde pela marca quando a IA recomenda?

    A presença das marcas nas respostas de inteligência artificial exige mais do que monitoramento. O artigo mostra como AI Visibility, GEO, SEO e governança podem integrar mensuração, responsabilidades e execução para corrigir informações, fortalecer a autoridade digital e transformar recomendações das IAs em resultados de negócio.

    Dono de lojaMEI e autônomoVendedorFelipe Bazon6 min
  • Dados de IA do Google se recuperam, mas o bug deixa uma lição de governança

    O relatório generativo do Search Console voltou a registrar crescimento após uma falha iniciada em 13 de agosto. O incidente revela por que procedência, confiabilidade e limites de interpretação precisam fazer parte da estratégia de IA das empresas.

    AdministrativoContadorFelipe Bazon7 min
  • IA pode elevar PIB do Brasil em quase R$ 1 trilhão

    A inteligência artificial pode gerar um ganho acumulado de R$ 986,7 bilhões para a economia brasileira entre 2027 e 2030, segundo estudo do Reglab. A pesquisa estima que a tecnologia pode elevar o PIB em 2,77% no período, principalmente pelo aumento da produtividade dos trabalhadores e pelo uso de IA em máquinas e equipamentos. Indústria, serviços, comércio e agropecuária estão entre os setores que podem registrar impactos.

    Redação AI Brasil2 min
  • Referência em tecnologia, Fábio Akita vê nascer um novo perfil profissional: o orquestrador de agentes de IA

    A IA não deve substituir profissionais de tecnologia, mas transforma funções e exige capacitação. Entenda o impacto dos agentes de IA no mercado.

    Redação AI Brasil3 min
  • Teste da homepage do Google revela como a IA será distribuída em escala

    O Google testa uma nova homepage com atalhos para recursos de inteligência artificial, como criação de imagens, análise de arquivos e brainstorming. A mudança mostra como a empresa pode usar sua principal interface para popularizar a IA e reduzir a barreira de entrada para usuários comuns. O artigo analisa os impactos dessa estratégia para empresas, marcas e gestão de presença digital, além da importância de AI Visibility e Organic Visibility em um cenário no qual a IA passa a participar da descoberta, comparação e tomada de decisão.

    Felipe Bazon7 min
  • 78% dos estudantes brasileiros utilizam IA nos estudos, aponta pesquisa da Opera

    Pesquisa da Opera mostra que 78% dos estudantes brasileiros utilizam ferramentas de inteligência artificial para estudar. O levantamento aponta mudanças na forma de pesquisar informações, produzir trabalhos e aprender, além de destacar a preocupação com a confiabilidade das respostas e a falta de orientação institucional sobre o uso da tecnologia.

    Redação AI Brasil4 min
  • A próxima dívida técnica das empresas será a governança de agentes de IA, não o código legado

    A adoção de agentes de inteligência artificial nas empresas traz um novo desafio para a engenharia de software: a governança. O artigo mostra que a próxima dívida técnica das organizações pode estar menos relacionada ao código legado e mais ao controle de agentes de IA, incluindo permissões, auditoria, observabilidade, versionamento de prompts, gestão de memória e definição de responsabilidades. O texto defende que esses sistemas devem ser tratados como componentes críticos da arquitetura corporativa para garantir segurança, rastreabilidade e conformidade.

    John Calistro9 min
  • AGU e TSE firmam parceria e lançam cartilha para uso ético de inteligência artificial nas eleições

    Advocacia-Geral da União e Tribunal Superior Eleitoral assinam acordo de cooperação e lançam cartilha com diretrizes para o uso responsável da inteligência artificial no processo eleitoral brasileiro.

    Redação AI Brasil1 min
  • IA no WhatsApp impulsiona vendas no Dia dos Pais

    A inteligência artificial tem ampliado o uso do WhatsApp como ferramenta de vendas para o Dia dos Pais. Empresas utilizam automação, atendimento inteligente e personalização de ofertas para melhorar a experiência do cliente, otimizar processos e aumentar as conversões durante uma das principais datas do varejo.

    Redação AI Brasil1 min
  • Investimentos em inteligência artificial devem superar US$ 1 tri

    Os investimentos globais em inteligência artificial devem ultrapassar US$ 1 trilhão em 2026, segundo projeção do Goldman Sachs. O relatório aponta que o ciclo de expansão da IA deve continuar até 2028, embora o aumento dos custos de equipamentos possa reduzir o impacto real dos aportes. A análise também indica que os investimentos permanecem dentro de padrões históricos observados em outras revoluções tecnológicas.

    Redação AI Brasil2 min
  • Liderança em Tech na Europa: Vinted abre vagas com pacote de realocação para brasileiros

    Para profissionais brasileiros de tecnologia que buscam uma experiência internacional, a Vinted oferece a oportunidade de construir uma carreira na Europa.

    Redação AI Brasil2 min
  • Como traduzir risco de IA em R$ para o conselho

    A adoção da inteligência artificial avança rapidamente nas empresas, mas a governança ainda está longe da maturidade. Neste artigo, José Luiz explica como CISOs podem transformar riscos de IA em indicadores financeiros compreensíveis para CFOs e conselhos de administração. O texto apresenta um framework baseado em exposição regulatória, riscos operacionais e custo da falta de governança, mostrando como quantificar impactos em reais e fortalecer a tomada de decisão estratégica diante das novas exigências regulatórias e do avanço da IA nas organizações.

    AdministrativoContadorJose Luiz, AAISM5 min
  • G7 amplia cooperação sobre inteligência artificial e discute acesso global à tecnologia

    Os países do G7 reforçaram a cooperação internacional em inteligência artificial durante reunião recente, com foco na segurança, governança e ampliação do acesso global a modelos avançados de IA. As discussões envolveram líderes mundiais, empresas de tecnologia e especialistas, que defenderam padrões internacionais para o desenvolvimento responsável da tecnologia e medidas para reduzir desigualdades no acesso às ferramentas de inteligência artificial.

    Redação AI Brasil1 min
  • IA está presente em 56,5% das incorporadoras, aponta levantamento

    Mais da metade das incorporadoras brasileiras já utiliza inteligência artificial em suas operações, segundo pesquisa apresentada no Morada Summit 2026. O levantamento aponta que 56,5% das empresas do setor imobiliário adotaram a tecnologia, principalmente nas áreas de marketing, vendas e gerenciamento de obras. Entre os benefícios mais citados estão o aumento da produtividade, a redução de custos e a melhoria do atendimento ao cliente. A capacitação das equipes aparece como o principal desafio para ampliar o uso da IA no mercado imobiliário.

    Redação AI Brasil1 min
  • Governança de IA não é o mesmo que desenvolver seus modelos de IA

    Governança de IA vai além do desenvolvimento e monitoramento de modelos. Enquanto o MLOps cuida dos aspectos técnicos, a governança define responsabilidades, políticas e processos para o uso seguro e ético da inteligência artificial. O artigo explica as diferenças entre esses conceitos, aborda exigências da LGPD, exemplos de falhas de governança e os desafios que empresas de todos os portes enfrentarão com a evolução da regulação da IA.

    AdministrativoAdvogadoJose Luiz, AAISM3 min
  • Anthropic supera OpenAI

    A Anthropic alcançou avaliação de US$ 965 bilhões e superou a OpenAI em valor de mercado. O movimento reforça a força das soluções corporativas de IA, destaca o crescimento do Claude Code e mostra como investidores estão priorizando empresas capazes de transformar inteligência artificial em receita escalável.

    Rafael Chinaglia4 min
  • O IPO da Anthropic pode marcar o início de uma nova fase da inteligência artificial

    O pedido de abertura de capital da Anthropic pode marcar a transição da inteligência artificial para uma fase de maior maturidade de mercado. O movimento coloca em foco a sustentabilidade financeira das empresas de IA e pode abrir caminho para uma nova geração de IPOs no setor.

    Rafael Chinaglia3 min
  • Essa bolha da IA não vai estourar nunca?

    Estudos da BCG e Mercer revelam desalinhamentos entre conselhos, CEOs e lideranças na adoção da IA. O excesso de expectativas, a falta de conhecimento sobre a tecnologia e desafios de cultura organizacional podem comprometer a transformação digital nas empresas.

    AdministrativoHenrique de Castro9 min
  • IA ganha espaço no mercado financeiro e influencia decisões de investimento

    A inteligência artificial está transformando o mercado financeiro ao apoiar análises de dados, recomendações de investimentos e gestão de carteiras. Especialistas destacam ganhos de eficiência, mas afirmam que a tomada de decisão ainda depende da avaliação humana para lidar com riscos e fatores estratégicos. A tecnologia vem sendo adotada por bancos, corretoras e plataformas de investimento em diversas etapas dos serviços financeiros.

    Redação AI Brasil1 min
  • Juiz identifica comandos ocultos para influenciar IA em processo e determina investigação

    Um juiz de Rondônia identificou comandos ocultos inseridos em uma petição judicial para influenciar sistemas de inteligência artificial. A prática, conhecida como prompt injection, resultou em multa por litigância de má-fé e no encaminhamento do caso à OAB e aos setores de tecnologia do Tribunal de Justiça para investigação e adoção de medidas de segurança.

    Redação AI Brasil1 min
  • IA e direitos autorais entram no centro do debate no Rio2C

    Painel realizado no Rio2C reuniu representantes do governo e do setor cultural para discutir os efeitos da inteligência artificial sobre direitos autorais, produção artística e diversidade cultural. Debate abordou regulamentação, remuneração de criadores e uso de obras por plataformas digitais.

    Redação AI Brasil1 min
  • R$ 84 mil; R$ 35 mil. Mesma semana, prompt injection e alucinação. Dois casos de IA em tribunais brasileiros

    Dois casos recentes no Judiciário brasileiro acenderam o alerta sobre o uso de inteligência artificial em processos judiciais. Em decisões distintas, juízes aplicaram multas por tentativa de manipulação de sistemas de IA e por uso de jurisprudência inexistente gerada por ferramentas automatizadas. Sem uma lei específica aprovada, magistrados passaram a usar princípios gerais do Direito para punir condutas envolvendo IA. O cenário pressiona empresas e departamentos jurídicos a criarem políticas de compliance, verificação de conteúdo e rastreabilidade do uso de IA antes que novos precedentes ampliem as penalidades.

    AdvogadoContadorJose Luiz, AAISM4 min
  • PL 2338 não aceita “estamos monitorando” como resposta

    O avanço do Shadow AI dentro das empresas colocou a governança de inteligência artificial no centro das discussões corporativas. O artigo explica como o PL 2338 pode aumentar a responsabilidade das organizações sobre o uso informal de ferramentas como ChatGPT, Gemini e Copilot, mesmo sem políticas internas definidas. O texto também aborda riscos ligados à LGPD, vazamento de dados, multas da ANPD e os impactos financeiros de adiar uma política de uso aceitável de IA.

    AdministrativoContadorJose Luiz, AAISM5 min
  • O caso do Uno com escada e o Guaraná Antártica

    Entenda como o GEO (Generative Engine Optimization) está transformando o marketing digital na era da IA generativa. O artigo mostra como marcas como Guaraná Antarctica e Ambev passam a ocupar espaço orgânico em imagens criadas por inteligência artificial, revelando uma nova disputa por presença visual e cognitiva dentro dos modelos de IA. Descubra por que SEO, AEO, DAM, PIM e contexto visual se tornaram fundamentais para marcas que querem continuar relevantes no futuro da internet.

    Dono de lojaMEI e autônomoVendedorEduardo Salvalaggio6 min
  • As IAs estão mudando a forma como consumidores descobrem marcas no digital. Entenda como o GEO (Generative Engine Optimization) está redefinindo a busca orgânica e criando um novo canal de aquisição para o e-commerce

    Entenda como o GEO (Generative Engine Optimization) está transformando a descoberta de marcas no digital e redefinindo o SEO na era das inteligências artificiais. O artigo mostra como plataformas como ChatGPT, Gemini e Copilot passaram a influenciar diretamente a jornada de compra no e-commerce, criando um novo canal de aquisição baseado em recomendações geradas por IA, contexto semântico e autoridade digital.

    Dono de lojaMEI e autônomoVendedorAngelo Vicente5 min
  • A TI colocou a IA na fila e você deixou

    O artigo discute os impactos de concentrar projetos de inteligência artificial nas áreas de TI das empresas. O texto argumenta que a lógica de controle e redução de riscos típica da tecnologia pode sufocar criatividade, experimentação e inovação. Também aborda como culturas corporativas excessivamente orientadas ao consenso e à padronização podem transformar a IA em uma ferramenta de repetição, em vez de descoberta e evolução.

    Henrique de Castro6 min
  • Governo de SP aposta em IA com projeto de supercomputador bilionário

    O Governo de São Paulo iniciou os estudos para implantação de um supercomputador dedicado à inteligência artificial. O projeto prevê parceria com a iniciativa privada e deve atender áreas como saúde, previsão climática, indústria e pesquisa científica. A proposta integra a estratégia estadual de ampliar a infraestrutura tecnológica e fortalecer o desenvolvimento de IA no Brasil.

    Redação AI Brasil2 min
  • O Brasil virou fazenda de dados. E está orgulhoso disso

    O Brasil se posiciona como um grande fornecedor de dados na corrida global por inteligência artificial, enquanto depende de tecnologias e produtos desenvolvidos por potências como EUA e China. O artigo analisa como investimentos estrangeiros em infraestrutura, como data centers, não garantem autonomia tecnológica. Sem desenvolver modelos próprios e uma política nacional de IA, o país corre o risco de repetir padrões históricos de dependência econômica, exportando recursos brutos e importando valor agregado.

    Pro. Anderson Soares2 min
  • Gramado Summit 2026 reúne inovação, negócios e tecnologia em Gramado

    O Gramado Summit 2026 acontece em maio, em Gramado (RS), reunindo milhares de participantes, startups e especialistas para discutir inovação, negócios e tecnologia na América Latina.

    Redação AI Brasil1 min
  • Inteligência artificial na saúde é tema de webinar da FGV

    Evento online da FGV reúne especialistas para discutir aplicações, desafios e impactos da inteligência artificial na gestão e nos resultados em saúde.

    Redação AI Brasil1 min
  • Brasil firma acordo com empresa chinesa para avanço em IA

    Brasil firma parceria com empresa chinesa para desenvolver inteligência artificial, com foco em infraestrutura nacional, transferência de tecnologia e redução da dependência externa.

    Redação AI Brasil1 min
  • BNDES e Finep lançam fundo de R$ 205 milhões para IA

    BNDES e Finep abrem edital para selecionar gestor de fundo de até R$ 205 milhões voltado a startups de inteligência artificial no Brasil.

    Redação AI Brasil1 min
  • 62% dizem que IA não resolve problemas no atendimento ao cliente

    Levantamento com brasileiros indica que a inteligência artificial ainda enfrenta limitações no atendimento ao cliente, especialmente em demandas mais complexas. Apesar das críticas, a maioria aceita o uso da tecnologia, desde que ela seja eficiente como atendentes humanos.

    Redação AI Brasil2 min
  • AI Brasil anuncia Anderson Soares como novo CAIO e reforça estratégia de IA no país

    O AI Brasil anunciou o professor Anderson Soares como novo CAIO, reforçando sua estratégia de conectar pesquisa acadêmica e mercado. A iniciativa busca acelerar a adoção da inteligência artificial no país e posicionar o Brasil como protagonista no setor.

    Redação AI Brasil3 min
  • Na era da IA, treinamentos de Conscientização em Segurança NÃO funcionam mais

    Na era da inteligência artificial, treinamentos tradicionais de conscientização em segurança não são mais suficientes para proteger empresas contra ameaças digitais. Com o avanço de deepfakes e do phishing hiperpersonalizado, ataques se tornaram altamente sofisticados, personalizados e difíceis de detectar. Em 2025, crimes envolvendo IA cresceram exponencialmente, com prejuízos bilionários e alta taxa de sucesso. O artigo mostra como esses ataques funcionam, por que o fator humano deixou de ser a principal defesa e quais estratégias práticas — incluindo tecnologia e novos processos — são essenciais para mitigar riscos no cenário atual.

    AdministrativoContadorJose Luiz, AAISM5 min
  • Agente de IA invade sistema LLM da McKinsey em duas horas

    Um experimento conduzido pela CodeWall demonstrou como vulnerabilidades tradicionais podem comprometer sistemas modernos baseados em modelos de linguagem. Um agente de IA conseguiu explorar uma falha de SQL injection na plataforma interna de IA da McKinsey e obter acesso completo ao banco de dados do sistema em cerca de duas horas. O caso expõe riscos crescentes na integração de LLMs com dados corporativos, APIs e sistemas críticos, além de levantar preocupações sobre ataques automatizados conduzidos por inteligência artificial.

    AdministrativoAdvogadoCezar Taurion2 min
  • Substituição de pessoas por IA gera arrependimento e recontratações

    A substituição de pessoas por IA, adotada por empresas com a promessa de reduzir custos e aumentar eficiência, começa a mostrar efeitos colaterais relevantes. Estudos indicam que mais da metade das companhias que demitiram funcionários com base na automação se arrependeram e já recontratam parte das equipes. A queda na qualidade do serviço, na satisfação do cliente e o baixo ROI de muitos projetos de IA revelam que substituir integralmente pessoas é diferente de usar a tecnologia para ampliar produtividade e gerar valor sustentável.

    AdministrativoDono de lojaCezar Taurion2 min
  • Como se preparar para a Inteligência Artificial em 2026

    A Inteligência Artificial em 2026 marcará a divisão entre empresas que apenas utilizam ferramentas de IA e aquelas que estruturaram processos, governança e arquitetura para operar com automação em escala. Com a execução cada vez mais abundante e barata, a vantagem competitiva deixa de estar na produção e passa para a gestão, definição de critérios e capacidade de delegação estratégica. O artigo mostra que o diferencial estará na integração de sistemas, na qualidade dos dados e na supervisão humana dentro de ecossistemas automatizados.

    AdministrativoContadorHenrique de Castro3 min

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