AGU e TSE firmam parceria e lançam cartilha para uso ético de inteligência artificial nas eleições

Advocacia-Geral da União e Tribunal Superior Eleitoral assinam acordo de cooperação e lançam cartilha com diretrizes para o uso responsável da inteligência artificial no processo eleitoral brasileiro.

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Fotografia em plano médio de autoridades em uma cerimônia oficial em Brasília. Em primeiro plano, dois homens estão posicionados atrás de púpitos de madeira com o brasão da República, manuseando documentos ou ajustando papéis. À esquerda, o advogado-geral da União, Jorge Messias, veste terno azul escuro e gravata clara; à direita, o presidente do TSE, ministro Nunes Marques, veste terno cinza e gravata escura. Ao fundo, em pé, aparecem outros homens de terno, incluindo o presidente do Conselho do Observatório da Democracia, Ricardo Lewandowski, com gravata laranja. O ambiente interno possui paredes claras com painéis verticais e iluminação suave.

Conheça a cartilha lançada por AGU e TSE sobre o uso responsável da inteligência artificial nas eleições, com diretrizes contra a desinformação e canais oficiais de denúncia.

AGU e TSE firmam parceria e lançam cartilha para uso ético de inteligência artificial nas eleições

A Advocacia-Geral da União (AGU) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) firmaram um acordo de cooperação técnica para promover boas práticas no uso da inteligência artificial (IA) durante o processo eleitoral. A iniciativa, divulgada nesta segunda-feira (03), inclui ações conjuntas de pesquisa, capacitação institucional e o lançamento de uma cartilha orientativa voltada a eleitores, candidatos, partidos e agentes públicos.

Desenvolvido com a participação do Observatório da Democracia da AGU e da Escola Judiciária Eleitoral do TSE (EJE/TSE), o material orienta sobre a verificação de fontes de informação antes do compartilhamento e aponta os riscos associados ao uso malicioso de tecnologias para a disseminação de desinformação em massa.

Diretrizes e canais de denúncia

A publicação detalha condutas preventivas e consolida os principais canais oficiais para o reporte de conteúdos ilícitos ou desinformação, entre os quais constam:

  • O portal oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
  • O aplicativo institucional Pardal.
  • Os órgãos do Ministério Público Eleitoral e Federal.
  • A atuação em parceria com entidades de checagem e organizações da sociedade civil, como a SaferNet Brasil.

Durante a solenidade de assinatura em Brasília, o presidente do TSE, ministro Nunes Marques, pontuou que o acordo reforça a segurança jurídica e a integridade informacional do pleito. O advogado-geral da União, Jorge Messias, e o presidente do Conselho do Observatório da Democracia, Ricardo Lewandowski, também destacaram a importância de assegurar que a inovação tecnológica preserve a liberdade de escolha do eleitor frente a pressões informacionais ou tecnológicas.

Fotografia em plano médio de autoridades em uma cerimônia oficial em Brasília. Em primeiro plano, dois homens estão posicionados atrás de púpitos de madeira com o brasão da República, manuseando documentos ou ajustando papéis. À esquerda, o advogado-geral da União, Jorge Messias, veste terno azul escuro e gravata clara; à direita, o presidente do TSE, ministro Nunes Marques, veste terno cinza e gravata escura. Ao fundo, em pé, aparecem outros homens de terno, incluindo o presidente do Conselho do Observatório da Democracia, Ricardo Lewandowski, com gravata laranja. O ambiente interno possui paredes claras com painéis verticais e iluminação suave.
Ministro do TSE Nunes Marques e Jorge Messias, da AGU, assinam acordo de cooperação – Foto: Renato Menezes/AscomAGU

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