McDonald’s planeja usar IA na operação de restauranteshá 3 sem.
IA é prioridade para 74% dos empreendedores iniciantes, aponta pesquisahá 3 sem.
Conselho da ONU debate riscos da inteligência artificialhá 3 sem.
Lula defende regulação global de Big Techs e IAhá 3 sem.
Trump anuncia mudança do nome da IA nos EUAhá 3 sem.
IA pode elevar PIB do Brasil em quase R$ 1 trilhãohá 2 meses
Educação
IA na sala de aula e na hora de estudar: professor, coordenador, estudante, quem dá aula particular. Plano de aula, correção, dúvida do aluno — sem trapaça.
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O McDonald’s planeja adotar o ArchIQ, sistema com inteligência artificial para apoiar a operação de seus restaurantes. A iniciativa faz parte de um programa de modernização que prevê novos equipamentos, treinamento de funcionários e apoio financeiro aos franqueados.
Pesquisa GEM 2024/2025 divulgada pelo Sebrae/CE mostra que 74% dos empreendedores brasileiros em estágio inicial consideram a inteligência artificial uma prioridade. O estudo também aponta desafios para a adoção da tecnologia e traz dados sobre empreendedorismo sênior.
O Conselho de Segurança da ONU reuniu representantes de empresas de inteligência artificial e pesquisadores para discutir os riscos da tecnologia à segurança global. Os participantes defenderam cooperação internacional e medidas para acompanhar o desenvolvimento de sistemas avançados.
Lula defendeu na Assembleia Geral da ONU a regulação internacional das Big Techs e da inteligência artificial, com regras de transparência, limites éticos e responsabilização das empresas.
Donald Trump anunciou na ONU que o governo dos Estados Unidos passará a usar o termo “superinteligência” no lugar de inteligência artificial em documentos oficiais.
A inteligência artificial pode gerar um ganho acumulado de R$ 986,7 bilhões para a economia brasileira entre 2027 e 2030, segundo estudo do Reglab. A pesquisa estima que a tecnologia pode elevar o PIB em 2,77% no período, principalmente pelo aumento da produtividade dos trabalhadores e pelo uso de IA em máquinas e equipamentos. Indústria, serviços, comércio e agropecuária estão entre os setores que podem registrar impactos.
Pesquisa da Opera mostra que 78% dos estudantes brasileiros utilizam ferramentas de inteligência artificial para estudar. O levantamento aponta mudanças na forma de pesquisar informações, produzir trabalhos e aprender, além de destacar a preocupação com a confiabilidade das respostas e a falta de orientação institucional sobre o uso da tecnologia.
Advocacia-Geral da União e Tribunal Superior Eleitoral assinam acordo de cooperação e lançam cartilha com diretrizes para o uso responsável da inteligência artificial no processo eleitoral brasileiro.
A inteligência artificial tem ampliado o uso do WhatsApp como ferramenta de vendas para o Dia dos Pais. Empresas utilizam automação, atendimento inteligente e personalização de ofertas para melhorar a experiência do cliente, otimizar processos e aumentar as conversões durante uma das principais datas do varejo.
Os investimentos globais em inteligência artificial devem ultrapassar US$ 1 trilhão em 2026, segundo projeção do Goldman Sachs. O relatório aponta que o ciclo de expansão da IA deve continuar até 2028, embora o aumento dos custos de equipamentos possa reduzir o impacto real dos aportes. A análise também indica que os investimentos permanecem dentro de padrões históricos observados em outras revoluções tecnológicas.
Para profissionais brasileiros de tecnologia que buscam uma experiência internacional, a Vinted oferece a oportunidade de construir uma carreira na Europa.
Os países do G7 reforçaram a cooperação internacional em inteligência artificial durante reunião recente, com foco na segurança, governança e ampliação do acesso global a modelos avançados de IA. As discussões envolveram líderes mundiais, empresas de tecnologia e especialistas, que defenderam padrões internacionais para o desenvolvimento responsável da tecnologia e medidas para reduzir desigualdades no acesso às ferramentas de inteligência artificial.
Mais da metade das incorporadoras brasileiras já utiliza inteligência artificial em suas operações, segundo pesquisa apresentada no Morada Summit 2026. O levantamento aponta que 56,5% das empresas do setor imobiliário adotaram a tecnologia, principalmente nas áreas de marketing, vendas e gerenciamento de obras. Entre os benefícios mais citados estão o aumento da produtividade, a redução de custos e a melhoria do atendimento ao cliente. A capacitação das equipes aparece como o principal desafio para ampliar o uso da IA no mercado imobiliário.
A inteligência artificial está transformando o mercado financeiro ao apoiar análises de dados, recomendações de investimentos e gestão de carteiras. Especialistas destacam ganhos de eficiência, mas afirmam que a tomada de decisão ainda depende da avaliação humana para lidar com riscos e fatores estratégicos. A tecnologia vem sendo adotada por bancos, corretoras e plataformas de investimento em diversas etapas dos serviços financeiros.
Um juiz de Rondônia identificou comandos ocultos inseridos em uma petição judicial para influenciar sistemas de inteligência artificial. A prática, conhecida como prompt injection, resultou em multa por litigância de má-fé e no encaminhamento do caso à OAB e aos setores de tecnologia do Tribunal de Justiça para investigação e adoção de medidas de segurança.
Painel realizado no Rio2C reuniu representantes do governo e do setor cultural para discutir os efeitos da inteligência artificial sobre direitos autorais, produção artística e diversidade cultural. Debate abordou regulamentação, remuneração de criadores e uso de obras por plataformas digitais.
O Governo de São Paulo iniciou os estudos para implantação de um supercomputador dedicado à inteligência artificial. O projeto prevê parceria com a iniciativa privada e deve atender áreas como saúde, previsão climática, indústria e pesquisa científica. A proposta integra a estratégia estadual de ampliar a infraestrutura tecnológica e fortalecer o desenvolvimento de IA no Brasil.
O Gramado Summit 2026 acontece em maio, em Gramado (RS), reunindo milhares de participantes, startups e especialistas para discutir inovação, negócios e tecnologia na América Latina.
Brasil firma parceria com empresa chinesa para desenvolver inteligência artificial, com foco em infraestrutura nacional, transferência de tecnologia e redução da dependência externa.
Levantamento com brasileiros indica que a inteligência artificial ainda enfrenta limitações no atendimento ao cliente, especialmente em demandas mais complexas. Apesar das críticas, a maioria aceita o uso da tecnologia, desde que ela seja eficiente como atendentes humanos.
O AI Brasil anunciou o professor Anderson Soares como novo CAIO, reforçando sua estratégia de conectar pesquisa acadêmica e mercado. A iniciativa busca acelerar a adoção da inteligência artificial no país e posicionar o Brasil como protagonista no setor.
Após uma visita ao CEIA, em Goiânia, ficou evidente para mim que existe um Brasil altamente competitivo em inteligência artificial sendo construído fora do eixo tradiciona l de atenção. Minha tese é direta: quando academia, governo e iniciativa privada operam juntos com execução real, o resultado deixa de ser promessa e vira infraestrutura de país. No CEIA, vi pesquisa aplicada, formação prática com alunos remunerados, liderança técnica de referência e empresas que nasceram dentro do ecossistema e hoje escalam soluções de IA para o mercado nacional e internacional. Goiânia se consolida como um polo de IA na América Latina e como um sinal claro de que o Brasil tem, sim, caminhos concretos para sair da segunda divisão.
Quando se fala em inteligência artificial, o sentimento que ainda domina boa parte dos profissionais que trabalham em empresas é o medo. Medo de ser substituído, de perder a relevância, de não conseguir acompanhar.
Nos últimos dois anos, tive a honra e a alegria de liderar a AI Brasil, um hub que fundamos em 2024 para unir nosso ecossistema e acelerar o país na área de Inteligência Artificial.