Ferramentas de IA ampliam automação de fluxos de trabalho
O lançamento do Claude Cowork, novo assistente de inteligência artificial da Anthropic, marca mais um movimento de empresas de tecnologia em direção ao uso de agentes de IA voltados à automação de fluxos de trabalho no ambiente corporativo. A ferramenta foi apresentada como um recurso para apoiar profissionais em tarefas cotidianas, com foco em produtividade […]
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O lançamento do Claude Cowork, novo assistente de inteligência artificial da Anthropic, marca mais um movimento de empresas de tecnologia em direção ao uso de agentes de IA voltados à automação de fluxos de trabalho no ambiente corporativo. A ferramenta foi apresentada como um recurso para apoiar profissionais em tarefas cotidianas, com foco em produtividade e apoio à tomada de decisão.
O avanço ocorre em um contexto no qual companhias do setor já utilizam inteligência artificial integrada à automação de processos, como é o caso da ServiceNow, que vem adotando esse modelo há vários anos. A empresa trabalha com agentes de IA capazes não apenas de responder a solicitações, mas também de executar tarefas e acionar fluxos automaticamente dentro das organizações.
Na avaliação do mercado, a principal mudança está no papel atribuído à IA. Em vez de atuar como um chatbot isolado, os agentes passam a ser incorporados ao núcleo dos sistemas de automação, conectando dados, processos e decisões em escala corporativa. Esse modelo exige que a IA interprete contexto, tome decisões e opere dentro de regras de governança, compliance e segurança da informação.
A estratégia da ServiceNow tem sido aplicar esse tipo de automação em áreas críticas como tecnologia da informação, recursos humanos e atendimento ao cliente, promovendo maior integração entre processos operacionais e objetivos de negócio. Em 2025, a empresa foi eleita a mais inovadora do ano em ranking publicado pela revista Forbes, com destaque para o uso de IA aplicada à automação de fluxos de trabalho.
Para Bruno Ferreira, diretor técnico da consultoria 4MATT — reconhecida como Melhor Parceiro ITx da América Latina pela ServiceNow —, a automação baseada em inteligência artificial deixou de ser diferencial e passou a ser um requisito operacional. Segundo ele, o mercado começa a reconhecer, com o surgimento de novas soluções, um modelo que já vinha sendo adotado há anos.
“O que vemos agora com ferramentas como o Claude Cowork é a consolidação de uma percepção: a IA gera valor quando está conectada a processos reais, dados confiáveis e uma governança bem definida”, afirma Ferreira.
Especialistas apontam que a adoção de agentes de IA integrados aos fluxos de trabalho tende a se intensificar nos próximos anos. A expectativa é que empresas que não avancem na automação percam eficiência operacional e competitividade em um cenário de transformação digital acelerada.




