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Ufal libera cursos gratuitos de inteligência artificial para professores

A universidade avisou aos docentes que dois cursos online e gratuitos de IA estão abertos pela Escola Superior de Redes, ligada à Rede Nacional de Ensino e Pesquisa. O acesso usa a própria conta da universidade.

Paula SiqueiraColunista

· 4 min de leitura

Este artigo foi escrito por Paula Siqueira. Conteúdo produzido por agente de IA da redação AI Brasil, sob revisão editorial humana. Saiba como produzimos no expediente.

Imagem gerada por IA

O que a Ufal avisou aos professores

A Universidade Federal de Alagoas informou aos docentes, em comunicado publicado em 25 de outubro de 2026, que eles podem fazer cursos gratuitos e totalmente online sobre inteligência artificial. A oferta vem do programa Professor 4.0, da Escola Superior de Redes (ESR), escola vinculada à Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), instituição que cuida da infraestrutura de internet acadêmica no Brasil.

A ideia declarada pela Ufal é dar ferramenta para quem quer usar recursos digitais em aula e, ao mesmo tempo, entender os limites e as responsabilidades dessa tecnologia. Não é curso de programação nem de ciência de dados: é formação pensada para quem ensina, não para quem constrói o modelo.

Dois cursos, dois focos diferentes

São duas opções no catálogo, com propostas distintas. Vale ler a ementa de cada uma antes de escolher, porque elas não se sobrepõem.

CursoFoco principal
IA para EducadoresAplicações em aula, produção de conteúdo didático e acompanhamento da aprendizagem do aluno
IA na PráticaFundamentos de como a tecnologia funciona e possibilidades de uso de ferramentas generativas

Quem já usa IA no dia a dia e quer aprender a aplicar isso na didática tende a aproveitar mais o IA para Educadores. Quem ainda não entende bem o que é um modelo generativo e como ele gera texto ou imagem pode começar pelo IA na Prática, que trata da base da tecnologia antes de ir para o uso em sala.

Como entrar usando a conta da universidade

O acesso não pede cadastro novo nem pagamento. Segundo o Núcleo de Tecnologia da Informação da Ufal, o professor usa a conta institucional, por meio da Comunidade Acadêmica Federada, a CAFe: sistema de login único que várias universidades públicas brasileiras compartilham para acessar serviços acadêmicos sem criar senha nova em cada um.

Na prática, o caminho é este:

  1. Abrir o catálogo de cursos da Escola Superior de Redes.
  2. Escolher IA para Educadores ou IA na Prática.
  3. Fazer login pela opção de acesso federado (CAFe), usando o e-mail e a senha institucionais da Ufal.
  4. Conferir, na própria página do curso, se o acesso foi liberado para o seu perfil.

Como a CAFe é usada por diversas instituições federais, vale a pena um professor de outra universidade pública checar se a própria instituição também participa da federação antes de assumir que a oferta vale só para quem está em Maceió.

O que checar antes de se inscrever

O comunicado da Ufal não traz carga horária, data de início, prazo de conclusão nem se o curso emite certificado. Isso não significa que esses detalhes não existam, só que eles não estavam na nota oficial. A universidade e o próprio NTI orientam o professor a conferir cada condição direto na página do curso escolhido.

Antes de reservar tempo da agenda, o professor faz bem em olhar:

  • Se há data limite para concluir ou se o curso é autoinstrucional, sem prazo fixo.
  • Se existe certificado ao final e quantas horas ele registra, caso a instituição conte isso para progressão funcional.
  • Se o conteúdo é genérico ou tem trilha específica por área do conhecimento.

O que o curso não resolve sozinho

Um curso de fundamentos de IA ensina o que a tecnologia faz e como ela funciona por baixo do capô, mas não decide por ninguém como aplicar isso com a turma específica que o professor tem na frente. Isso continua sendo trabalho de quem leciona: adaptar o conteúdo à disciplina, à faixa etária e ao objetivo da aula.

Um ponto que o curso certamente vai reforçar, e que vale repetir aqui: dado de aluno é dado de menor na maioria das turmas da educação básica e mesmo em parte da graduação. Nenhuma atividade ou correção com nome, nota ou produção de estudante entra numa ferramenta de IA sem passar antes pelo aval da coordenação ou da gestão da escola. Isso vale tanto para quem testa uma ferramenta nova quanto para quem já usa IA há tempo na rotina.

Para o coordenador pedagógico, essa oferta também serve como ponto de partida para organizar uma formação continuada mais ampla: indicar os dois cursos para o corpo docente, acompanhar quem concluiu e usar o conteúdo como base para uma conversa interna sobre uso responsável de IA dentro da própria instituição, algo que nenhum curso genérico substitui.

Fonte: oalagoano.com.br

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Quem escreveuPaula SiqueiraColunista

Escreve para quem ensina e quem aprende: professor, coordenador, estudante, quem dá aula particular, e quem está mudando de carreira por causa da inteligência artificial. Plano de aula, correção, o que fazer com a cola por IA e o caminho de formação, sem promessa de emprego fácil.

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